sábado, 4 de agosto de 2007

O INDESEJÁVEL SEXO DE HOJE, meu filho e seus desafios.


Todo conjunto de fatores que permeiam a complexidade e dinâmica da nossa identidade, é, deveras pautado em nossa visão e atitude sexual.
Vasta é a bibliografia de pensadores – até eruditos – que centram a ação sexual como pressuposto básico para uma vivência feliz e abastarda em contentamentos...
O coito, a cópula, as carícias e mimos, o deleite sexual entre os seres vivos, o enlaçamento afetivo entre os seres humanos – sendo mais enfático – denotam a todo ser vivente uma harmonização com o Universo e com o Criador que nos dotou com a possibilidade extraordinária da conquista e do descobrimento de sua maior, mais fabulosa e instigante criação – O SER HUMANO.
O pecado - criação do mal para o mal - , produto da mente humana que tem eclesiasticamente aviltado desejos e anseios pelos séculos, afunilou o glorioso potencial e dinamismo humano que, vitimado por suas crenças dogmáticas, mutilou de si um caractere ofertado na Criação: o sexo como uma bênção de Deus.
Assim, o mais sábio dos Homens, segundo a Literatura Sacra – SALOMÃO – difundia o prazer sexual com veemente afinco:
“Já perfumei o meu leito com mirra, aloés e canela. Vem, amanhã, alegremo-nos com amores até o romper da aurora.”
Provérbios VII/17,18
Não obstante o fato de sermos plenos e projetados para o bem estar consciente e respeitoso, percebemos, entrementes, que a nossa concepção de vida e de mundo é, e sempre o foi, decodificada pelos guardiões da moral, da Igreja, do comportamento padrão – padronizante – e nisso, isto:
“O medo gera incertezas, os traumas anulam a sorte, e as frustrações aterrorizam o Amor e desgraçam a Vida.”
Pandiá Pându
A perplexidade diante de um hímen presente em algumas culturas ocidentais, o mutilamento do clitóris e a violência sócio-cultural observado em algumas culturas orientais, nos norteiam ante o tema SEXO e, sexualidade não é exatamente um debate fechado e definido. Somos deveras, atados perante o que dispomos e, como gêneros, não ousamos sequer admitir que somos iguais em humanidade e diversidade.
Normal, anormal, questionável, superior, inferior, folgado, estressada ou neurótica, mandão ou insensível; esse tem sido o debate mais direto entre os gêneros. Nós sequer sabemos lidar com nossas inseguranças sócio-afetivas e nesse enfoque a Cultura dita, via de regra, nosso proceder.
“Não posso responsabilizar a mulher pelos seus erros, quando os mesmos defeitos são, no homem, tidos como as mais belas virtudes.”
Pandiá Pandu
Ora, sendo nós, “produtos do meio” – como apregoara o Comunista alemão Karl Marx – o que esperar que reproduzamos em nossa Sociedade, em nossa família e em nossas salas de aula?
Sou professor e penso a partir dessa condição, nestas questões.
Nisso, o também preocupado com essa questão – Pérsio de Oliveira - vai nos suster a reflexão:
“Como pode um indivíduo ser levado a modificar, em um determinado sentido, aquilo em que crê, aquilo que aprendeu, pensa e faz?”
A Psicanalista e Sexóloga – essa que nos mandou relaxar e gozar – Marta Suplicy afirma categoricamente que “você, em qualquer fase de sua vida seria um caso sério de psicologia. Na adolescência isso tudo é normal.” Aqui temos uma retórica, contudo, é cabível entender que adolescer é tarefa árdua para estes que muitas vezes têm seus pais por demais atarefados com a labuta diária, cabendo-lhes buscar informações e formação adequada nos mais variados e ecléticos grupos.
Não se deve tolher a possibilidade de que os adolescentes errem e se debatam frontalmente com suas próprias convicções e incertezas, isto lhes trará o amadurecimento como conquista pessoal, legítima.

Atentemos outra vez para o que nos diz PÉRSIO DE OLIVEIRA:
“O compromisso do Educador ao abordar a sexualidade com os discentes é tão somente fazê-lo de modo desprovido de si, de seus valores e concepções institucionalizadas e possibilitar que o adolescente sinta-se ajustado em seu meio social.”

E nisso, ajusta-se a fala da Psicanalista ANNA FREUD, filha do SIGMUND FREUD, e que trabalhou muito com adolescentes no começo do século:
“É normal para o adolescente se comportar de maneira inconsistente e não previsível. Lutar contra seus impulsos e aceitá-los; amar seus pais e odiá-los; ter vergonha de reconhecê-los perante outros e resistir querer conversar com eles; identificar-se e imitar os outros enquanto procura uma identidade própria. O adolescente é Idealista, artístico, generoso e pouco egoísta como jamais o será novamente, mas também é o oposto: egoísta, calculista e autocentrado.”
Ao perceber e admitir o determinismo empreitado pelos MCM (Meios de Comunicação de Massa) na consagração dos valores e normas, bem como, a reformatação de atitude político-ideológica dirigida ao jovem adolescente, inquieto-me com a formação e “manuseio” de sua sexualidade ante os novos moldes que, a rigor, devem partir de uma reflexão sociológica.
Pensar o adolescente sem atentar prioritariamente às suas condições sócio-afetivas é incorrer no engodo da análise fria e superficial dos fatos, como também, tentar compreendê-lo ignorando sua pungente sexualidade é adentrar um universo sem uma luz que se nos guie perante o encantado mundo a explorar.
O estudo e compreensão da sexualidade é, inevitavelmente, tarefa infinda ante o conjunto de complexidades inerentes a esse fabuloso aspecto da vida humana, o aprisionamento cultural e as amarras ideológicas implantadas pela Igreja na estruturação do Cristianismo, demarcam, delimitam e afunilam violentamente as nuances e possibilidades da vida sexual Humana.
Num Universo vasto e codificado, somos ou percebemo-nos meramente curiosos ante tudo que é nosso e que, contudo, desconhecemos.
Ora, acreditar que sexualidade tem uma função apenas reprodutora é esquivar-se pelo auto-mutilamento e reafirmar posturas orientais e eclesiásticas do período medieval. Assim, tentar desmistificar esse assunto-tabu ainda perturbador e intrigante para os guardiões confessos da falsa moral, é tarefa legítima para nós, informadores e formadores do pensamento coletivo cujo compromisso é, sobretudo, resgatar a reflexão Humana do aprisionamento retrógrado da ignorância e do aviltamento de nossas possibilidades.
Adolescência, fase em que o sexo é enfoque a todo instante, quer seja no seu meio social, pela mídia que explora exacerbadamente e redimensiona a sexualidade, quer pela cultura machista e/ou curiosidade feminina, enfim, tem-nos preocupado a glamourização do sexo, a banalização de sua prática e os reflexos diretos e indiretos dentro e fora de nossas salas de aula. Preocupa-nos sobremaneira, a identidade e a percepção de nós mesmo enquanto Educadores e muitas vezes, desprovidos de uma trato preparado para essa deturpação de valores onde os afetos são secundados na relação sexual. Preocupa-me, de um modo bem particular, o Homem que estamos formando estando este apartado de seu afeto e de sua lúdica capacidade de se apaixonar com profundidade.
Vejo crianças sendo bombardeadas diuturnamente por uma Mídia inconseqüente que erotiza as relações num patamar desesperador, percebo crianças sufocadas com apelos sexuais, chamados explícitos ao "amor" carnal num horário que deveria respeitar o direito que têm esses pequeninos de se constituírem como Pessoas.

Inquieta-me uma sexualização machista, rançosa, com determinismos capitalistas que impõe um comportamento abobalhado em meus alunos e lhes deixa refens de uma obrigação comportamental por demais cara, para um caráter em formação.
Como era deprimente aquela banheira do Augusto Liberato!!!
Meus Deus! Que idéia de Mulher absorveram as crianças daquele período?

O DESMONTE DA MÚSICA NO BRASIL E SUA RELAÇÃO COM O JOVEM.

O envolvimento melódico do adolescente com a música, é fato. São raros os jovens que não gostam de um barulho, de um ritmo, etc. Percebemos , portanto, que o forró, o samba, o caipira, o baião, o xaxado e o rap têm sofrido uma violenta devassa em suas raízes e nisso, um descarado plágio, uma interpretação melódico-rítmica distante e aquém da nossa tão boa música.

O Forró, o xaxado e o baião, expressões maiores dos azedumes e conflitos do Homem Nordestino, do sertanejo altivo e culturalmente rico. Grito maior na voz do Mestre LUIZ GONZAGA que denunciava dispensado ao produtor nordestino, foi enlatado num ritmo frenético com guitarras e bailarinas exótico-eróticas que, a rigor, não retratam nada exceto uma temática pedante de relações doentias e um barateamento do sentimento nas relações extra-conjugais.
O Samba, que retrata as condições sócio-culturais nos morros, um ritmo que está em nossa Cultura desde os tempos de Colonização, uma música que denuncia o isolamento das populações afaveladas e a ausência do Estado; que descreve as malícias e o traquejo do afavelado em seu convívio social. É violentamente “modernizado” nos moldes burgueses sob título ou estigma de Pagode, onde as letras e coreografias atendem a um enfoque superficial de samba. A estética dos grupos de Pagode, contudo, excedem o respeito à raça negra que, se aparelham para uma televisão preconceituosa e racista descaracterizando desde o cabelo até a tonalidade da pele. É explícito e vergonhoso o que distanciamento que apresentam esses grupos de suas origens, parecem réplicas de “Menudos” sem identidade. Sem contar aqui que muitos nem falam de seus referenciais enquanto gente afro descendente.
A Música Sertaneja de raiz, ou música caipira que, de fato, é uma obra prima, um patrimônio cultural na descrição dos hábitos, linguagem, credos e conflitos do povo nortista ou rurícola, também é atacada frontalmente por uma música gasguita de fundo meloso-depressivo – que nada tem de lirismo – que, superficializa o envolvimento afetivo numa temática de insegurança e ciumeira esquizofrênica.
O Rap, que simboliza a rebeldia e a linguagem direto e agressiva da Juventude, na retratação e dissertação das condições de desamparo e ausência políticas públicas que foquem, objetivamente, uma perspectiva de vida para os jovens, é também, remontado pelos veículos de difusão e comunicação e torna-se num razoável número de duplas com coreografias e letras enfadantes por sua repetição – seria falta do que contestar? -.

Todo esse processo de aculturação destacado na música brasileira, não atende meramente a um anseio de desmonte das raízes culturais, mas, fundamenta-se essencialmente no surgimento de uma geração sem representação e abordagem sócio-cultural e ideológica significativa, como grito coletivo.
Persegue-se assim, uma mentalidade alienada e distante de si, de seus referenciais sociológicos, das questões pertinentes à gestão pública, do acompanhamento sistemático de seus direitos e, sobretudo, do exercício austero da cidadania como pressuposto à aquisição da Liberdade dos engodos filosóficos e ideológicos jogados pelo capital.
Não obstante a rebeldia dos jovens percebe-se neste país uma acentuada falta de perspectiva de vida e nisso, um agravante: MOVIDOS POR UM PODER PÚBLICO AUSENTE NA GERÊNCIA DE ENCAMINHAMENTOS AO JOVEM E, ademais, LARGADOS NA ACULTURAÇÃO MASSIFICANTE QUE ASSOLA OS INSTRUMENTOS DE DIFUSÃO E DEBATE (rádio, televisão, revistas, jornais, e cinema); O JOVEM GRITA SILENCIADO.

No Rádio brasileiro impera a onda cínica e criminosa do “Jabá” , que coloca por semanas e meses consecutivos, em primeiro lugar nas paradas de sucesso verdadeiros danos à música Popular brasileira. Isso conjuga também com a conveniência de jovens que têm preguiça de pensar e encontrar uma música que lhes fale algo.
O dano e o regresso ideológico contidos nas Letras dessas músicas são, de fato, já perceptíveis nas relações de gênero observada no cerne das tribos adolescentes.

Pensemos um pouco, QUERIDOS BLOGUEIROS, e analisemos a arrogância machista e sustentação discriminatória nas relações sociais explícitas (implícitas?) nessa música do Grupo Mancha de Batom:
“Amor de rapariga não vinga não, não tem sentimento não tem coração”
É grave essa fala. E mais ainda quando cantarolada por uma mulher. Trata-se, portanto, de uma mulher desqualificando uma outra mediante sua condição ou situação sócio-econômico e cultural. Afirmar que as prostitutas não têm coração, justificando o SER a partir do ESTAR, é uma insana e provocativa violência contra os Direitos do Homem firmado na Constituição Federal, sem falar que isso é um atentado contra os nossos tão valiosos e irrefutáveis preceitos Civilizatórios.
Diz uma outra música de Forró, cujo autor, APESAR DAS IDÉIAS É MULHER e de quem o nome não ouso colocar em meu adorado Blog.
E cantarola, enquanto deforma os saudáveis parâmetros de respeito entre os gêneros, a Banda Magníficos (!!!):
“Me usa, abusa faz de mim o que bem quer.
Lambuza, pois você é o meu homem.
E o meu maior prazer é ser sua mulher.”
Não se é restrito, às formas variadas de deleite e prazer – há que se ter liberdade para ousar condignamente na cama com quem se ama – porém, a abordagem de mulher objeto escancarada nessa letra, representa uma vil mentalidade que ergue um pressuposto para a desvalorização saudável entre um Homem e uma Mulher.
Ao mencionar o seu maior prazer, a compositora foca seu projeto de vida na realização e satisfação das pretensões SEXUAIS do homem.

A coletânea de músicas depreciáveis encontrada, ou jogada autoritariamente, em nosso convívio diário é imensuravelmente vasto, e temos:
“Um tapinha não dói.”
Expõe aos jovens uma visão maquiada de agressão e violência, não apenas física, mas de cunho moral e ético no que tange o afeto e a boa representação desse. Centra os desejos e instintos carnais como prova fatídica de entendimento e entrosamento amoroso entre os pares.
“Só as cachorras”
“Amor de Homem casado é que é bom”
(lembro-me da Hebe insinuando cantar essa música, patético)

Impõe um protótipo físico-psicológico de mulher sarada e atlética como pressuposto para a inclusão sócio-“afetiva”. Satiriza uma percepção de mulher feminina, doce, sensível e afetuosa, em detrimento do sexo frenético, hoje exigência e expectativa no subconsciente de grande parcela dos jovens brasileiros.
“Ah...eu to com medo”
Vulgariza e banaliza a virgindade em função de um comportamento arredio das jovens dentro da ordem familiar. Torna-se simplista a discussão acerca do momento e das circunstâncias para a relação sexual saudável, afetiva e socialmente.
“Ele não bebe, não fume e não foge”
Determina uma adequação social pautada nessas práticas, ou seja, faz apologia ao ingresso efêmero do jovem nesses hábitos perigosos à saúde, como condição para a aceitação e a admiração no meio sócio-cultural.
Satiriza o comportamento ponderado e moderado em função da massificação e determinismos de um comportamento padrão.
“Amor de rapariga é bom demais”
Faz apologia e trata pejorativamente do afeto como algo inerente a satisfação imediata dos desejos e deturpa por completo, o enlace afetivo às pessoas.

A TELEVISÃO QUE SE INSISTE E RECRIA.

Vou citar um Artista de verdade nessa minha reflexão!!! (RsRsRsRsRsRs)
" Tem dias que a gente se sente
Como quem partiu ou morreu
A gente estancou de repente
Ou foi o mundo então que cresceu
A gente quer ter voz ativa
No nosso destino mandar
Mas eis que chega a roda-viva
E carrega o destino pra lá."
(Chico Buarque de Holanda.)


Esta música foi fundamentada na descrição de uma época na qual as Liberdades eram cerceadas e afuniladas dentro do arrogo da Ditadura Militar, expõe contudo, a influência de fatores externos na elaboração e implementação do caráter Humano.

Nisso, me vem à mente uma citação do louvável HERMANN HESSE:
“A Vida de todo Ser Humano é um caminho em direção de si mesmo, a tentativa de um caminho, o seguir de um simples rastro.
Homem algum chegou a ser completamente ele mesmo; mas todos aspiram sê-lo.
Obscuramente alguns, outros mais claramente, cada qual como pode.
Todos levam consigo, até o fim, viscosidades e cascas de ovo de um Mundo Primitivo.
Há os que não chegam jamais a ser Homens, e continuam sendo rãs, esquilos ou formigas.
Outros que são Homem da cintura pra cima e peixe da cintura para baixo.
Mas, cada um deles é um impulso em direção ao Ser.
Todos temos origens comuns: as mães. Todos proviemos desse mesmo abismo.”

O que dizer após Hermann Hesse?

Ora, falar após um citação dessa, é tarefa difícil, contudo, comunga-se que todos nós fazemos do nosso viver uma busca, um anseio pelo que se tenta compreender e definir: NÓS MESMOS.
Perguntas que amontoam-se sobre nossas cabeças desde sempre como: DE ONDE VIM? PARA ONDE VOU? QUEM SOU EU? . Pautaram grandes e importantes pensadores à procura por sua Essência.
O fato de sermos e estarmos cotidianamente bombardeados com filosofias determinantes que nos impõem um modelo e nos ensinam: AMAR, FALAR, LER, SONHAR, CANTAR, BRINCAR, TRABALHAR, SEGUIR, TRABALHAR, VOLTAR, REPENSAR, COMPRAR, E, VIVER. Estabelece um esvaziamento de nossas próprias buscas e convicções sobre o que entendemos por nós mesmo...

Ademais, na televisão nos doutrinam a estarmos sempre aceitáveis, ou seja, bem vestidos (usando roupas de marcas e grifes que falam por nós, sobre nosso status e colocação sócio-econômica.).
Fugimos, e cada vez mais rapidamente, de nossos próprios problemas, em busca dos problemas que abraçamos e que pautam nosso dia-a-dia.
Nossa preocupação centra-se, sobremaneira, no outro; como apresentarmo-nos a ele, o conceito que terá de nós e com os atributos que lhes apresentaremos para a formatação do nosso julgamento.
Apavora-nos o olhar alheio, nossos olhos estão condicionados pelos olhos dos demais.
É um proceder representativo, cujo interesse é a aceitação no meio, e a convicção de que se é adequado, apto para ser amado e admirado.
A televisão
, onde a vida brasileira encontra-se de tal modo inerente, que os pensadores não poderiam externar, com precisão, quem imita quem...
Tem direcionado nosso proceder, nos doutrinado a mentalidade e instruído nossas mais íntimas e líricas pretensões.
E nessa ênfase, ARNALDO ANTUNES nos traz uma assertiva:
“A televisão me deixou burro. Muito burro demais.”
Essa denominada burrice reside no fato de se permitir influenciar DECISIVAMENTE em nosso modo de conceber, perceber e traduzir a própria realidade e seus encantos.


Marcilon Oliveira
Aos inquietos com o que se tem com imposição...

3 comentários:

Otávio disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Otávio disse...

Maravilhoso! um olhar necessário, preciso e extremamente realista sobre inúmeras e lamentáveis verdades que cercam os jovens de hoje e que engendram, infelizmente, uma legião de indivíduos esquecidos de si mesmos, encarcerados em vazias (supostamente existentes) visões; com seus friáveis e perturbadores destinos sendo construídos d forma tão bizarra...

Marcilon Oliveira disse...

Soltei o verbo...

eheheheheheh


Abraço, Queridíssimo Otávio!