<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><rss xmlns:atom='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' version='2.0'><channel><atom:id>tag:blogger.com,1999:blog-7196945971149578458</atom:id><lastBuildDate>Tue, 22 Dec 2009 16:30:03 +0000</lastBuildDate><title>Crônicas Cruvianas</title><description>Um Espiar no Tempo com Marcilon Oliveira</description><link>http://cronicasmarcilon.blogspot.com/</link><managingEditor>prof.marcilon@hotmail.com (Marcilon Oliveira)</managingEditor><generator>Blogger</generator><openSearch:totalResults>38</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>25</openSearch:itemsPerPage><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7196945971149578458.post-6178604409083942867</guid><pubDate>Sat, 17 Oct 2009 17:48:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-17T10:50:35.458-07:00</atom:updated><title>EXORTAÇÃO À DESORDEM...</title><description>Meu Ofício...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há uma voz que não cala, uma crença que não finda,&lt;br /&gt;uma prática que não envelhece e um ENGENHO DE SONHOS...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há uma prática milenar, no giz que não pára nestas mãos destemidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há, em nós, bem mais que a palavra proferida.&lt;br /&gt;Há um silêncio doído nas bocas proféticas dessas pessoas benditas. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há o calor das respostas, o temor das perguntas, o vulto da ignorância,&lt;br /&gt;mas impera, primoroso, um sonho com Justiça.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há, entre nós, a TOLERÂNCIA, o RESPEITO e a PARTICIPAÇÃO.&lt;br /&gt;INCLUSÃO É O NOSSO LEMA.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trazemos boas novas!&lt;br /&gt;Desmantelamos conchavos e inquietamos Poderes...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Polimos almas! &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Orquestramos vaias e protagonizamos aplausos...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somos nós, OS DA BASE, que reinventamos o tempo e concretizamos sonhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há conosco, fervilhando, uma ameaça...&lt;br /&gt;Assustamos a Velha Ordem com o ENGENHO DE SONHOS.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Salários melhores?&lt;br /&gt;- Não só. (...)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nosso Engenho é bem mais fecundo...&lt;br /&gt;Engenhamos coisas outras, mundos outros, e a desordem nos interessa... &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marcilon Oliveira.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7196945971149578458-6178604409083942867?l=cronicasmarcilon.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://cronicasmarcilon.blogspot.com/2009/10/exortacao-desordem.html</link><author>prof.marcilon@hotmail.com (Marcilon Oliveira)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7196945971149578458.post-5287628466853814856</guid><pubDate>Mon, 20 Jul 2009 07:56:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-10-17T13:31:46.621-07:00</atom:updated><title>UMA VERGONHA...</title><description>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_rIHZnF8e1Dk/SmQk4CZu11I/AAAAAAAABc8/jIl9Jnr2OL4/s1600-h/ATgAAAAZLex9oUdILSvp6aeT8K69P6ncy2uxC2nak1exD7VtKMZM9bF7e0B5BrtfNXV9WIFhsnEzgmWGllLvzir4Ek_EAJtU9VC0kpkH7OVO39U5T55lbFlSoOsY0A.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5360450001613805394" border="0" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_rIHZnF8e1Dk/SmQk4CZu11I/AAAAAAAABc8/jIl9Jnr2OL4/s320/ATgAAAAZLex9oUdILSvp6aeT8K69P6ncy2uxC2nak1exD7VtKMZM9bF7e0B5BrtfNXV9WIFhsnEzgmWGllLvzir4Ek_EAJtU9VC0kpkH7OVO39U5T55lbFlSoOsY0A.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;Professor...&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Escolhi essa profissão por entendê-la em sua nobreza...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Li que estatísticas mostram que as pessoas que &lt;/div&gt;&lt;div&gt;hoje são professores, engrossaram, quando alunos, a &lt;/div&gt;&lt;div&gt;lista de alunos faltosos, irresponsáveis e com certo grau &lt;/div&gt;&lt;div&gt;de dificuldade...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não julgo que isso seja verdade, nem de longe fui um&lt;br /&gt;aluno medíocre ou mesmo trabalhoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, efetivado por mérito próprio em duas esferas de&lt;br /&gt;governo, falo da dor que é ser desvalorizado por gestores&lt;br /&gt;descompromissados com o futuro, alheios ao comprometimento&lt;br /&gt;necessário a qualquer governo realmente sério em implementar&lt;br /&gt;políticas auteras que resgatem essa Educação publicamente&lt;br /&gt;entendida como capenga...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Lamento entristecido e, sobretudo, envergonhado que&lt;br /&gt;profissionais da importância dos Educadores sejam empurrados&lt;br /&gt;para uma situaçãode GREVE que, a priore, deveria ser um senso&lt;br /&gt;comum de que todo governo devesse REALMENTE reestruturar&lt;br /&gt;a Educação pública neste país dado o abandono secular em que&lt;br /&gt;estivemos e ESTAMOS.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;(inclusive como todos muito &lt;strong&gt;inteligentemente&lt;/strong&gt; destacam nos programas eleitorais)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O Governo de Pernambuco tem logrado méritos políticos às nossas&lt;br /&gt;custas, tem se apresentado para a sociedade com a falácia de que&lt;br /&gt;tudo corre às mil maravilhas. NA VERDADE, temos escolas&lt;br /&gt;- e não são poucas - aonde não se tem um único vigia, uma merendeira...&lt;br /&gt;ou seja, escolas que funcionam em pleno abandono.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Companheiros, NOTBOOCKs em meio a salas de aula desestruturadas,&lt;br /&gt;sem um auxiliar de disciplina circulando pelo espaço escolar, sem&lt;br /&gt;pessoas cuidando da limpeza da escola, É ENGODO PURO!!!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Cuidemos das pessoas, GOVERNO DEMAGOGO!&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Ou impeça, de alguma forma, que pessoas, profissionais decentes&lt;br /&gt;sejam profissionalmente desiludidos sob as vossas ferozes garras...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;COLEGAS!&lt;br /&gt;LAMENTO QUE SEJAMOS TÃO COMPLACENTES...&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marcilon Oliveira&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7196945971149578458-5287628466853814856?l=cronicasmarcilon.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://cronicasmarcilon.blogspot.com/2009/07/uma-vergonha.html</link><author>prof.marcilon@hotmail.com (Marcilon Oliveira)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_rIHZnF8e1Dk/SmQk4CZu11I/AAAAAAAABc8/jIl9Jnr2OL4/s72-c/ATgAAAAZLex9oUdILSvp6aeT8K69P6ncy2uxC2nak1exD7VtKMZM9bF7e0B5BrtfNXV9WIFhsnEzgmWGllLvzir4Ek_EAJtU9VC0kpkH7OVO39U5T55lbFlSoOsY0A.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>11</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7196945971149578458.post-2991754129219042465</guid><pubDate>Fri, 03 Jul 2009 05:53:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-09-17T19:44:34.250-07:00</atom:updated><title>EXORTAÇÃO AOS ENAMORADOS</title><description>&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Chove.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Sob um telhado barulhento, dorme-acorda um homem amante.&lt;br /&gt;Ali, no recanto quente de uma cama fria, ele fecha os mesmos&lt;br /&gt;olhos que viveram atentos e alertas ao engodo de um outro...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sobre si tem, além das roupas de cama, o enfado da mesmice&lt;br /&gt;que assolara aos Homens do seu tempo e dos quais se fizera rodear.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ainda ali, com os lábios risonhos de sempre, &lt;span style="color:#000000;"&gt;ele chora...&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escondido muito mais de si do que dos outros - é de um outro que&lt;br /&gt;ele foge, de um outro nele - esse homem pensa...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse homem-metade grita num pranto que verte a água &lt;div&gt;morna de um ontem...&lt;br /&gt;Ele, porém, está gélido tal qual seu coração minguante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maldade chegara à sua porta.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Educadamente batera palmas e entrara pelas vias da boa vontade. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Entronara-se ali - no seu coração zeloso - um outro de ganância &lt;/div&gt;&lt;div&gt;e falácia equânimes, banindo dali a crença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O homem que vejo treme, isolado num recanto... desencantado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse homem não cita palavras graciosas, não anuncia as bem&lt;br /&gt;aventuranças que outrora proferia, ele está mudo, mudo de si,&lt;br /&gt;esse homem só vê ao passo em que descrê, descrê das muitas &lt;/div&gt;&lt;div&gt;possibilidades viáveis, esse homem vislumbra mudanças...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não é tristeza o que esse homem sente, é ciência de uma&lt;br /&gt;vivência enganada, e esse silêncio não é vazio; é a constatação&lt;br /&gt;das muitas vagas palavras profanadas por outrem em um tempo outro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aquele tremor, o tremor destacado é o medo do passado,&lt;br /&gt;pavor de um passado presente em aprendizados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O passado o ameaça. Como sabê-lo?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seus pés estão frios, não pela friagem de uma noite como essa,&lt;br /&gt;mas frios pelo ímpeto de querer fugir de tudo que não viveu;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;de fugir de tudo que, verdadeiramente, não viveu...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Esse cantinho da cama, o mais quente existente, é o lugar onde&lt;br /&gt;esse homem está a agradecer e a louvar pelo achado de Hoje.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Esse homem está se preparando para dar passos grandiosos,&lt;br /&gt;esse silêncio é em reverência à sorte que os deuses lhe mandaram.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;Um homem que, de tão feliz, aquieta-se.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escolhe, num mundão fabuloso em que vive, um cantinho seu,&lt;br /&gt;silencioso, e ali ele ri e faz reluzir em si, olhinhos que se &lt;/div&gt;&lt;div&gt;apequenam num murmúrio decente de criança feliz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Esse homem desencantado está eufórico por poder &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;rever &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;a bondade dele arrancada. Esse homem está &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;apavorado &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;pelo medo do acerto concreto...&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Sua quietude é divina, e cá está meu protagonista &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;a espreita da &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;hora de ser feliz, preparando... &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Instrumentalizando sua alma para &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a felicidade nos fatos.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Movimentos, passado, barulho, falas exacerbadas, exageros &lt;/div&gt;&lt;div&gt;do consumo soberbo... Essas coisas ele vai largar para trás; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;esse &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;homem está renascendo, renascendo com outro, &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;num outro.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Venta.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Ele se recolhe mais, encolhe os joelhos até o pescoço, &lt;/div&gt;&lt;div&gt;esse homem não quer espaço; não quer atenção; tampouco cuidados, &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;ele quer um silêncio reparador, algo que lhe purifique &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;os ouvidos, &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;o coração, esse homem quer santificar-se &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;para amar, para &lt;span style="color:#000000;"&gt;AMAR-SE.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O vento vindo gela ao passo em que aquece uma alma desolada &lt;/div&gt;&lt;div&gt;pelos desencontros, e o meu protagonista sorri feliz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mundo que o cerca é secundário ao mundo centrado no &lt;/div&gt;&lt;div&gt;homem que vejo. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;O homem que vejo está feliz, isoladamente feliz pelo reencontro &lt;/div&gt;&lt;div&gt;consigo e com a essência das coisas saudáveis, esse homem está &lt;/div&gt;&lt;div&gt;pleno em si.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seu quarto está escuro e ali, só, esse homem está orquestrando &lt;/div&gt;&lt;div&gt;sua meta de ganhar o mundo com o que ora nasce dentro dele...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Vivas ao AMOR que surge!!!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marcilon Oliveira.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7196945971149578458-2991754129219042465?l=cronicasmarcilon.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://cronicasmarcilon.blogspot.com/2009/07/chove.html</link><author>prof.marcilon@hotmail.com (Marcilon Oliveira)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>4</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7196945971149578458.post-1705556359682289747</guid><pubDate>Mon, 09 Feb 2009 05:06:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-04-25T19:02:57.357-07:00</atom:updated><title>EXORTAÇÃO ÀS VERDADES MENTIDAS...</title><description>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_rIHZnF8e1Dk/SfPAxIDFD2I/AAAAAAAABa8/GhVt0mlbKEs/s1600-h/OAAAAGWBAyBvsYwL-dO3XahlEJ8tl5a-Qx6Ry48HUOms1qXXNGlcW-S001FBoL5QwnHzAUffdr8UfsPpm0gOMcuiYrsAm1T1UPDsAo4bdJGwGDI0UxUcZmZ7Rdzq.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5328814734315949922" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 219px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_rIHZnF8e1Dk/SfPAxIDFD2I/AAAAAAAABa8/GhVt0mlbKEs/s320/OAAAAGWBAyBvsYwL-dO3XahlEJ8tl5a-Qx6Ry48HUOms1qXXNGlcW-S001FBoL5QwnHzAUffdr8UfsPpm0gOMcuiYrsAm1T1UPDsAo4bdJGwGDI0UxUcZmZ7Rdzq.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Impacientou-me crer naquele que não mente quando fala mentiras.&lt;br /&gt;Inquietou-se este homem num sentimento que o domina quando liberta.&lt;br /&gt;Olhou-me amargo, de trás e indagativo, solícito e desacreditado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse descrédito dói proporcionalmente no descrente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Maus dias estes...&lt;br /&gt;Dias cujas horas passam contadas em descontrolada ansiedade.&lt;br /&gt;Por que não se tem o que se quer em suas, mesmo poucas, possibilidades?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O escarro ouvido em mim não é escarro, é medo. Medo do NÃO-MEDO.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A mentira contada na verdade sugerida, indaga:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Até onde vão as verdades em mim?&lt;br /&gt;- Onde findam tuas mentiras?&lt;br /&gt;- Há encontro nisso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa verdade sufocada implica mentira desesperada,&lt;br /&gt;e nisso não quero crer, melhor, não quero precisar crer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas como não acreditar contigo, se em ti reside a certeza&lt;br /&gt;da incerteza exata para continuar uma verdade em mim?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Confuso?&lt;br /&gt;- Não.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Humano e devoto da PALAVRA, quer em lábios mentirosos,&lt;br /&gt;quer em lábios irreais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seu abraço nunca mentiu, tampouco o último.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marcilon Oliveira&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7196945971149578458-1705556359682289747?l=cronicasmarcilon.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://cronicasmarcilon.blogspot.com/2009/02/impacientou-me-crer-naquele-que-nao.html</link><author>prof.marcilon@hotmail.com (Marcilon Oliveira)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_rIHZnF8e1Dk/SfPAxIDFD2I/AAAAAAAABa8/GhVt0mlbKEs/s72-c/OAAAAGWBAyBvsYwL-dO3XahlEJ8tl5a-Qx6Ry48HUOms1qXXNGlcW-S001FBoL5QwnHzAUffdr8UfsPpm0gOMcuiYrsAm1T1UPDsAo4bdJGwGDI0UxUcZmZ7Rdzq.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7196945971149578458.post-6867341928804453026</guid><pubDate>Sat, 31 Jan 2009 06:21:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-04-25T19:12:59.329-07:00</atom:updated><title>UMA LUTA QUE NÃO ACABA PORQUE É DE TODOS.</title><description>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_rIHZnF8e1Dk/SfPA_hNoMhI/AAAAAAAABbE/RtxqmfmbvqA/s1600-h/ATgAAADx3z4vMbDyrETmWfLZOVKcDUIwkVIKl2SRm9fEduUgu8PRHMDOdXvdZPhmgjxV1UGjzcDAY3KubbhmtmOffrWMAJtU9VDqTN5E9skb7-CoRaUgBVAzNIOcPg.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5328814981589250578" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; CURSOR: hand; HEIGHT: 214px; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_rIHZnF8e1Dk/SfPA_hNoMhI/AAAAAAAABbE/RtxqmfmbvqA/s320/ATgAAADx3z4vMbDyrETmWfLZOVKcDUIwkVIKl2SRm9fEduUgu8PRHMDOdXvdZPhmgjxV1UGjzcDAY3KubbhmtmOffrWMAJtU9VDqTN5E9skb7-CoRaUgBVAzNIOcPg.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Uma missa.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;Nas mentes presentes, um pensamento comum: é revoltante quando &lt;/div&gt;&lt;div&gt;se tem uma vida ceifada sem que seja assegurado à vítima, um direito &lt;/div&gt;&lt;div&gt;último de defender-se, intelectual ou mesmo fisicamente.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Há, decerto, bem mais que brutalidade pelas redondezas deste Nordeste, há covardia. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;A violência, gratuita, ou sob aparência de, perturba por não reconhecer &lt;/div&gt;&lt;div&gt;o valor de quem o tem. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;E os valores minados estão minando nossa crença no crer. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ouvi o branido revoltado de muitos, aplaudi alguns, pranteei com outros, &lt;/div&gt;&lt;div&gt;mas, um senso comum ecoou: foi-se alguém que, sonhando com justiça, &lt;/div&gt;&lt;div&gt;foi arrancado dos seus injusta e covardemente.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Oradores calorosos, representantes legítimos do discurso das massas; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;legitimados pelo voto; apoiados pela crença naquilo que se tem de melhor &lt;/div&gt;&lt;div&gt;em dia de luto: o discurso afinado com tudo que pregou aquele que nos &lt;/div&gt;&lt;div&gt;deixa - subta e tragicamente.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Bom, ruim, equivocado, exagerado, agitador, revolucionário, idealista, utópico,&lt;/div&gt;&lt;div&gt;reacionário, fundamentalista, polêmico, liberal, moderado, exaltado; PETISTA!&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Os adjetivos dados a um Homem, justa ou injustamente, quando vivo não &lt;/div&gt;&lt;div&gt;traduzem ou nem mesmo simplificam a complexidade de uma vida vivida &lt;/div&gt;&lt;div&gt;na intensidade de quem ousou viver para a mudança.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Herói?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não. Não acredito.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Vilão?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não. Nem de longe.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Foi-se um cidadão brasileiro, corajoso, aguerrido profissional do Direito e&lt;/div&gt;&lt;div&gt;crente na justiça assim como um devoto da defesa pelo bem comum.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sua História será lembrada e repensada, respeitada, e, por muitos ainda, questionada.&lt;br /&gt;Esse que a truculência levou nunca foi e nunca será unanimidade, posto que&lt;/div&gt;&lt;div&gt;toda unanimidade é burra e ele, tal qual sonhador, era aguçado em saberes.&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mas em minha Itambé há um pensamento equânime, mesmo que único: &lt;/div&gt;&lt;div&gt;foi-se sonhador como viveu.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Marcilon Oliveira.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7196945971149578458-6867341928804453026?l=cronicasmarcilon.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://cronicasmarcilon.blogspot.com/2009/01/uma-missa.html</link><author>prof.marcilon@hotmail.com (Marcilon Oliveira)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_rIHZnF8e1Dk/SfPA_hNoMhI/AAAAAAAABbE/RtxqmfmbvqA/s72-c/ATgAAADx3z4vMbDyrETmWfLZOVKcDUIwkVIKl2SRm9fEduUgu8PRHMDOdXvdZPhmgjxV1UGjzcDAY3KubbhmtmOffrWMAJtU9VDqTN5E9skb7-CoRaUgBVAzNIOcPg.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7196945971149578458.post-1128829831528555102</guid><pubDate>Wed, 21 Jan 2009 09:47:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-08-15T10:26:35.437-07:00</atom:updated><title>UM VIVER QUE SE BASTA</title><description>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_rIHZnF8e1Dk/SfPE9lZ6wZI/AAAAAAAABbk/BuRuPGITrRM/s1600-h/OgAAAA8e_m7qtjLN8lRLjaDTbKKMIAEOnVI6erWPceLQLYHZ9bEFziVl88rey-zr605TMwaqYJ3qU6JTsvIzWCuvc4YAm1T1UH-_G7h-4KNMDPEkz2zyzPXEoGKS.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 298px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5328819346401313170" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_rIHZnF8e1Dk/SfPE9lZ6wZI/AAAAAAAABbk/BuRuPGITrRM/s320/OgAAAA8e_m7qtjLN8lRLjaDTbKKMIAEOnVI6erWPceLQLYHZ9bEFziVl88rey-zr605TMwaqYJ3qU6JTsvIzWCuvc4YAm1T1UH-_G7h-4KNMDPEkz2zyzPXEoGKS.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;Recalque.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;Na gélida lembrança que trago de tempos outros, acompanha-me a tua &lt;/div&gt;&lt;div&gt;morna saudade. És, como sempre o fora, mais que um desafio assustador, és&lt;/div&gt;&lt;div&gt;mais que que um pesadelo feliz e, sendo justo, és mais que um sonho desfeito.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não ouso descrer de nós, como não ousaria crer num EU sem TI. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;-&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;Vivo descrente e, em metade, finjo bastar-me.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Plurais sentimentos convulsos levaram meu ímpeto único de apostar &lt;/div&gt;&lt;div&gt;no tato que tinha; foi-me aforada uma liberdade vã que aprisiona o &lt;/div&gt;&lt;div&gt;preso em suas insanas utopias.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#330000;"&gt;Sou deveras demais para um só.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#330000;"&gt;É solene o entristecer das metades truncadas pelo agito febril &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#330000;"&gt;da multidão que zomba.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Não sou mais que um em dois, e aos mil que gritei, a nenhum quis falar. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;E, dos tantos que vi e ouvi; dos sabores azedos; dos deleites sofridos; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;das lamúrias cantadas; do gozo medíocre; do silêncio retido; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;do olhar desviado; do muito que tive, quase nada eu guardo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Um vazio que cresce pela hora que segue no fitar de uma &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;breve &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;e quase nunca donzela.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Fomos nós ao altar, contejando inimigos, reparando retalhos, &lt;/div&gt;&lt;div&gt;acomodando o cinismo, revirando odorizados com a inhaca &lt;/div&gt;&lt;div&gt;mundana de quem não fala a verdade.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Recalque.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Do sombrio mundo dos lúcidos a sorte quis retirar-me. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Lá, de onde o muito explicado parece elucidado sob presságio &lt;/div&gt;&lt;div&gt;do medo, arrogado com efeito de um homem sem ar.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Cá estou, infeliz mas sem a infelicidade doada. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pago meus erros, recolho pedaços - todos meus, reconhecíveis e aceitos - &lt;/div&gt;&lt;div&gt;e consolido uma felicidade cabível, necessária e minha.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Fragmentos de mim, revoltos a perambular por campos límpidos ou arenosos... &lt;/div&gt;&lt;div&gt;...fundamentam um estar bem.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O bem-estar de ontem foi-se com a crença do tudo que não &lt;/div&gt;&lt;div&gt;fomos pelo temor exato do muito que não podíamos ser.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ser feliz dói...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Marcilon Oliveira.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7196945971149578458-1128829831528555102?l=cronicasmarcilon.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://cronicasmarcilon.blogspot.com/2009/01/um-viver-que-se-basta.html</link><author>prof.marcilon@hotmail.com (Marcilon Oliveira)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_rIHZnF8e1Dk/SfPE9lZ6wZI/AAAAAAAABbk/BuRuPGITrRM/s72-c/OgAAAA8e_m7qtjLN8lRLjaDTbKKMIAEOnVI6erWPceLQLYHZ9bEFziVl88rey-zr605TMwaqYJ3qU6JTsvIzWCuvc4YAm1T1UH-_G7h-4KNMDPEkz2zyzPXEoGKS.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7196945971149578458.post-5343972387205172899</guid><pubDate>Wed, 21 Jan 2009 09:10:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-08-15T10:28:09.546-07:00</atom:updated><title>UM DESEJO DE CÁ</title><description>&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;Companheiros Blogueiros, generosos visitantes!!!&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;=)&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;Venho desejar-lhes, de todo o meu coração, um 2009 realmente &lt;/div&gt;&lt;div&gt;abençoado, repleto de oportunidades concretas de muito bom êxito &lt;/div&gt;&lt;div&gt;e de muitas boas venturas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;-&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;/span&gt;Que a saúde, o amor, a fraternidade e as boas ações possam &lt;/div&gt;&lt;div&gt;demarcar esses 365 dias que se aproximam.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;-&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; Que você, sua família e as pessoas que você verdadeiramente ama &lt;/div&gt;&lt;div&gt;estejam protegidos e amparados sob as misericórdias do Senhor, &lt;span style="color:#000000;"&gt;SEMPRE!&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Tudo de bom para todos nós e que o &lt;span style="font-size:180%;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;medo&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;jamais atrapalhe &lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;span style="font-size:100%;"&gt;nossa crença &lt;/span&gt;nas coisas belas, nos grandes sonhos e na felicidade sonhada. &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;Fortes e afetuosos abraços,&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Marcilon Oliveira.&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7196945971149578458-5343972387205172899?l=cronicasmarcilon.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://cronicasmarcilon.blogspot.com/2009/01/um-desejo-de-c.html</link><author>prof.marcilon@hotmail.com (Marcilon Oliveira)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7196945971149578458.post-3372392610997232067</guid><pubDate>Thu, 16 Oct 2008 23:07:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-08-15T10:28:59.393-07:00</atom:updated><title>PROFESSORES...</title><description>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_rIHZnF8e1Dk/SfPDsqLKj2I/AAAAAAAABbc/or7G8X7UYk8/s1600-h/ATgAAAD2G860EHQiWYazbm0Dp54TDzxauclGRgyCZQNNlvcPSgmZC-6FG6AQbQLkBGh5LPZ-9LQRFXHGEPE-UzookXO4AJtU9VBePEpT64kKPn9bNwTLcXhCkuRXuw.jpg"&gt;&lt;img style="TEXT-ALIGN: center; MARGIN: 0px auto 10px; WIDTH: 320px; DISPLAY: block; HEIGHT: 240px; CURSOR: hand" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5328817956112207714" border="0" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_rIHZnF8e1Dk/SfPDsqLKj2I/AAAAAAAABbc/or7G8X7UYk8/s320/ATgAAAD2G860EHQiWYazbm0Dp54TDzxauclGRgyCZQNNlvcPSgmZC-6FG6AQbQLkBGh5LPZ-9LQRFXHGEPE-UzookXO4AJtU9VBePEpT64kKPn9bNwTLcXhCkuRXuw.jpg" /&gt;&lt;/a&gt; Há algo em nós que, a despeito do abandono em que nos&lt;br /&gt;colocam os detentores do Poder país afora, &lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;RESISTE!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Há algo conosco que, mesmo as clientelas alienadas, &lt;/div&gt;&lt;div&gt;formatadas pelas telas Globais, desmerecerem nosso &lt;/div&gt;&lt;div&gt;legado e valor, &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;PERSISTE!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Há algo entre nós que, mesmo ignorados por quem pensa &lt;/div&gt;&lt;div&gt;formar opinião neste país; mesmo havendo um silêncio &lt;/div&gt;&lt;div&gt;generalizado, produzido por uma sociedade indiferente &lt;/div&gt;&lt;div&gt;às nossas carências, &lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;SOBREVIVE.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;PERDURA EM NÓS A DIGNIDADE! &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A dignidade de quem, vocacionado, segue e crer apesar do obscuro.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Somos dignos, colegas, pois somos sacerdotes na condução da &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;instrumentalização de uma sociedade menos alijada dos seus direitos.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Trazemos decência, tolerância, solidariedade, digo: &lt;span style="color:#000099;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;ESPÍRITO ALTRUÍSTA!&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Somos grandes porque para isso nascemos. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;E crescemos mais ao sonharmos no Tempo com os que ainda &lt;/div&gt;&lt;div&gt;sairão da ignorância via nossas mãos, via o mecanismo mais &lt;/div&gt;&lt;div&gt;ameaçador que existe: &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;O MECANISMO DO PENSAR.&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Vivas ao cotidiano!&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Marcilon Oliveira &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7196945971149578458-3372392610997232067?l=cronicasmarcilon.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://cronicasmarcilon.blogspot.com/2008/10/professores.html</link><author>prof.marcilon@hotmail.com (Marcilon Oliveira)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_rIHZnF8e1Dk/SfPDsqLKj2I/AAAAAAAABbc/or7G8X7UYk8/s72-c/ATgAAAD2G860EHQiWYazbm0Dp54TDzxauclGRgyCZQNNlvcPSgmZC-6FG6AQbQLkBGh5LPZ-9LQRFXHGEPE-UzookXO4AJtU9VBePEpT64kKPn9bNwTLcXhCkuRXuw.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>7</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7196945971149578458.post-5483881747337603847</guid><pubDate>Mon, 14 Jul 2008 05:55:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-02-13T10:52:35.769-08:00</atom:updated><title>UM AMOR PARA TODA A VIDA...</title><description>Amo a um amor...&lt;br /&gt;O amor amado no meio, não mais me põe aflito, inquieto ou silente...&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O amor do hoje é noturno; às luzes, lhes impõem o olhar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O amor crível em mim tem digitais, &lt;strong&gt;AINDA! &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O amor que amo amar é, em suma, desprendido de verdades, enfim, &lt;/div&gt;&lt;div&gt;um amar 'desinteligente', esteiado na contemplação do outro, e no orgulho &lt;/div&gt;&lt;div&gt;do saber-se amante.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Oxalá O DIA trazer-me um AMOR-DESAFIO; que, regado a sonhos, &lt;/div&gt;&lt;div&gt;possa fazer-me vivente...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O amor do hoje nos chega tímido; olha muito, analisa demais e confunde &lt;/div&gt;&lt;div&gt;as coisas claras na escuridão das negativas que o NÃO-TER determina &lt;/div&gt;&lt;div&gt;em tempos 'Orkutianos'.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não amo amar desalmado, refém do olhar e aprovação alheia.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nego-me a amar quando dá... &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quero doar-me!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nego-me a amar sem entregas, sem cotidiano, sem o hálito cansado &lt;/div&gt;&lt;div&gt;da fome à noite.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nego-me, a amar vestido, ainda que de mim mesmo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nego-me a amar com os florais oriundos dos burgos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Morras ao amor televisivo, belo e aromatizado.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;OXALÁ UM AMOR CONTENTE, PARA GENTE!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Marcilon Oliveira.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7196945971149578458-5483881747337603847?l=cronicasmarcilon.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://cronicasmarcilon.blogspot.com/2008/07/amo-um-amor.html</link><author>prof.marcilon@hotmail.com (Marcilon Oliveira)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>6</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7196945971149578458.post-813038553753320595</guid><pubDate>Mon, 02 Jun 2008 08:02:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-02-13T10:53:02.620-08:00</atom:updated><title>UM SER QUE SE É...</title><description>- "Sou isso".&lt;br /&gt;- "Sou aquilo".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No que SOU reside o medo num "SER" limitado.&lt;br /&gt;Esse "isso" e esse "aquilo" nem sempre traduz o Ser complexo que trago em mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A demanda por respostas é grande e se faz crescente num mundo escasso&lt;br /&gt;de felicidades individuais; entendo que se é mais feliz hoje mediante o&lt;br /&gt;acompanhamento integral do viver/fazer de outrem do que propriamente&lt;br /&gt;com as reais necessidades individuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mundo doido esse...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não questiono se sou ou não alguém feliz; sei apenas que&lt;br /&gt;não posso comprar o mais novo lançamento da "Diesel".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O NÃO-TER invalida-me a SER algo, ALGUÉM, num mundo de cores patenteadas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- Misericórdia!&lt;br /&gt;Diria caso fosse católico.&lt;br /&gt;- Perdão!&lt;br /&gt;Diria ainda caso fosse cristão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todavia, rogo STOP.&lt;br /&gt;Ainda sou Humano!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meus páreas cantam músicas vazias.&lt;br /&gt;Assistem a filmes vazios.&lt;br /&gt;Conversam coisas vazias.&lt;br /&gt;Vivem num vazio pensando um Mundo ocuparem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;HELP!&lt;br /&gt;Diria caso ainda acreditasse n'algo DAQUI.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assusta-me, AINDA, a idéia de que o tempo de se ser feliz tenha passado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marcilon Oliveira.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7196945971149578458-813038553753320595?l=cronicasmarcilon.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://cronicasmarcilon.blogspot.com/2008/06/sou-isso.html</link><author>prof.marcilon@hotmail.com (Marcilon Oliveira)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7196945971149578458.post-4460174378928930145</guid><pubDate>Fri, 02 May 2008 06:16:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-02-13T10:53:28.784-08:00</atom:updated><title>GRITO DESALMADO EM DESAMOR...</title><description>É mesmo triste o que me faz feliz.&lt;br /&gt;De fato, inquietante o que me traz a Paz.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;É muito, e por demais exagerado o pouco que preciso na imensidão &lt;/div&gt;&lt;div&gt;das negativas no Tempo do Hoje.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Mundo de grandes coisas esse...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;...todas incompletas e capengas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É ainda saudade o que sinto.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E mais, é mentira quando minto...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Como estou apático ao cardápio das ofertas do dia...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Meu Deus!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;As lamúrias dos que ainda acreditam no Amor é grande,&lt;/div&gt;&lt;div&gt;como AINDA é crescente o número dos que nunca amaram/amarão &lt;/div&gt;&lt;div&gt;de VERDADE e em PROFUNDIDADE.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;AMIGOS BLOGUEIROS,&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Acaso o AMOR - essa coisa desinteressada, desprovida de orgulhos e &lt;/div&gt;&lt;div&gt;egoísmos, isso..., essa coisa já esquecida ou até ignorada por muitos - , estaria em crise?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sinto-me desalmando num desamor feroz; num pensar triste sobre &lt;/div&gt;&lt;div&gt;o que sei merecer, frente ao que sei não querer ter...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Salve os anos 80!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Vivas à Coragem dos que lá viveram destemidamente.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Morras aos que simulam Vida num caquético defenderdas &lt;/div&gt;&lt;div&gt;coisas óbvias deste Hoje vazio...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;In Construcion&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Marcilon Oliveira &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7196945971149578458-4460174378928930145?l=cronicasmarcilon.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://cronicasmarcilon.blogspot.com/2008/05/mesmo-triste-o-que-me-faz-feliz.html</link><author>prof.marcilon@hotmail.com (Marcilon Oliveira)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7196945971149578458.post-5454834043061484846</guid><pubDate>Fri, 21 Mar 2008 18:31:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-04-25T00:31:23.880-07:00</atom:updated><title>EXORTAÇÃO AO AFECTO.</title><description>Do púlpito em mim - ao entorno de minhas vaidades -&lt;br /&gt;&lt;div&gt;vanglorio-me de não mais acovardar-me ante o inusitado; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;aprendi com amargas, e por vezes insólitas vivências de cá dentro, &lt;/div&gt;&lt;div&gt;que devo arrancar-me em direção a um olhar desestabilizante &lt;/div&gt;&lt;div&gt;de Felicidade.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;De cá - de onde muito se vê o desatino alheio - rogo aos páreas &lt;/div&gt;&lt;div&gt;que fujam da vida abastada dos que pensam muito entender, &lt;/div&gt;&lt;div&gt;ou que sabem muito do que pensam compreender...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Que o Medo Instituído pela Moralidade, não nos limite o Espírito, &lt;/div&gt;&lt;div&gt;e que este, muito se tenha livre para julgar grandes, &lt;/div&gt;&lt;div&gt;os pequenos desafios da compreensão simples nas coisas complexas. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Que a instrumentalização da compreensão a esse Tempo imposta,&lt;/div&gt;&lt;div&gt;não nos condicione um entender truncado nas obviedades dos conceitos&lt;/div&gt;&lt;div&gt;temporais...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Amemos e Sonhemos na incondicional desordem do instinto; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;sejamos plenos naquilo que não pudermos levar às plenárias, &lt;/div&gt;&lt;div&gt;edifiquemos em nós o plural deleite do compreender austero do &lt;/div&gt;&lt;div&gt;afeto em nós determinante e desejado.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Sem Medos; assustemos, se nisso provocados.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A outorga aforada dos que muito pensam saber ir-se-á débil &lt;/div&gt;&lt;div&gt;como o são os do Agora.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Marcilon Oliveira &lt;/div&gt;&lt;div&gt;In construcion&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7196945971149578458-5454834043061484846?l=cronicasmarcilon.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://cronicasmarcilon.blogspot.com/2008/03/exortao-ao-afecto.html</link><author>prof.marcilon@hotmail.com (Marcilon Oliveira)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>5</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7196945971149578458.post-6025592446685344469</guid><pubDate>Mon, 18 Feb 2008 05:01:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-02-13T10:57:36.402-08:00</atom:updated><title>É COMUM QUE ERREMOS</title><description>É comum que nos envergonhemos dos nossos erros.&lt;br /&gt;É comum que pautemos nossa vivência numa crença&lt;br /&gt;&lt;div&gt;desumana e cristã de que os erros nos afastam do &lt;strong&gt;Pai.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É comum que resistamos em admitir que somos vulneráveis &lt;/div&gt;&lt;div&gt;e passíveis de falhas cotidianas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;CLARO! &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Fomos catequizados para o acerto.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;[Certos acertos, &lt;strong&gt;PORÉM&lt;/strong&gt;, não nos interessam... e nos sentimos &lt;/div&gt;&lt;div&gt;diferentes e, portanto, ERRADOS.]&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;É comum que simulemos uma adequação inteligente entre o &lt;/div&gt;&lt;div&gt;que pensamos e como vamos nos "acertar" perante outrem.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;É comum sermos covardes, SIM!!!&lt;br /&gt;A falha é Humana, SEMPRE.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Fomos programados DESDE SEMPRE, para errar; acaso há &lt;/div&gt;&lt;div&gt;verdade mais explícita no interior dos Templos? &lt;/div&gt;&lt;div&gt;. Há clamor maior aos céus que o clamor dos pecadores de &lt;/div&gt;&lt;div&gt;convicções politicamente corretas?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não é comum negar-se no erro.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não é comum perpetuar-se nele.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não é comum a crença de que se está imune ao erro.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Erremos à medida em que nos tornemos mais Humanos, &lt;/div&gt;&lt;div&gt;mais centrados na busca legítima do acerto.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Marcilon Oliveira. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Im Construcion&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7196945971149578458-6025592446685344469?l=cronicasmarcilon.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://cronicasmarcilon.blogspot.com/2008/02/comum-que-erremos.html</link><author>prof.marcilon@hotmail.com (Marcilon Oliveira)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7196945971149578458.post-127249085548496713</guid><pubDate>Sat, 09 Feb 2008 00:26:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-02-13T10:59:16.219-08:00</atom:updated><title>CONVULSO EM MIM.</title><description>&lt;span style="color:#000000;"&gt;Pausei. &lt;/span&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Diante de mim algo maior que eu, decerto algo não muito grande.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Silenciei.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Ao derredor de quem penso ser, um barulho estranho, todavia, &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;não mais estranho que o barulho feito por quem não penso estar.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Pensei.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;No medo que sinto reside a coragem que tenho num ter-me vivo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Nada em mim há que em ti não reconheça; a loucura que tens é &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;a sanidade que preservo.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Olhei.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;No que vejo há mais que dor; há silêncio.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Temi.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Pegadas ao longe, soluços recentes; há mais que dentes &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;doídos &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;em mim.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Ouço...&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;No presente há tormentos que num passado silente me &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;fizeram &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;mais que ver, fizeram-me entender.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sinto.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sinto em sua alegria a Paz que quisera em tempos outros, &lt;/div&gt;&lt;div&gt;a Paz que sonhara em vida esperançosa em ti, em nós.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sinto o não sentir em ti.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Sinto sentido.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Perco o sentido.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Perco.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Em ti há de haver mais que silêncio; há &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;Sorriso!!!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Dê-me-o!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Basta-me.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Marcilon Oliveira.&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7196945971149578458-127249085548496713?l=cronicasmarcilon.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://cronicasmarcilon.blogspot.com/2008/02/convulso-em-mim.html</link><author>prof.marcilon@hotmail.com (Marcilon Oliveira)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7196945971149578458.post-246847006765984319</guid><pubDate>Sun, 13 Jan 2008 05:31:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-02-13T10:58:30.410-08:00</atom:updated><title>O EFEBO SEM TEMPO</title><description>Ela chegou. Chegou de onde se foi. &lt;div&gt;&lt;div&gt;Pausou em mim um olhar inquietante, pousou sobre minh'alma &lt;/div&gt;&lt;div&gt;sua força, sua mágica beleza de senhora-dona, dada ao fino trato do servir.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Seu sorriso?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ah! O mais belo já visto.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Essa moça ria com todos os dentes enquanto seus olhinhos se &lt;/div&gt;&lt;div&gt;apequenavam num rostinho doce de beleza máscula.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Um Efebo...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Decerto o seria não fossem seus olhos tão lindos e cúmplices.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Veio.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Chegou.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Papeamos uma vez e, num único riso, ela angustiou-me o Ser febril&lt;/div&gt;&lt;div&gt;que há muito pensava "morrente."&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;In Construcion &lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7196945971149578458-246847006765984319?l=cronicasmarcilon.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://cronicasmarcilon.blogspot.com/2008/01/o-efebo-sem-tempo.html</link><author>prof.marcilon@hotmail.com (Marcilon Oliveira)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7196945971149578458.post-4482574605188479849</guid><pubDate>Sun, 18 Nov 2007 18:03:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-08-15T10:32:43.112-07:00</atom:updated><title>MORRAS À DEMAGOGIA DE SEMPRE!!!</title><description>Não tenho - nem de longe - a capacidade de análise de um Amigo blogueiro &lt;div&gt;chamado &lt;strong&gt;Cássio Augusto&lt;/strong&gt;,( &lt;a href="http://www.cassio-nl.blogspot.com/"&gt;http://www.cassio-nl.blogspot.com/&lt;/a&gt; ) mas, &lt;/div&gt;&lt;div&gt;quero destacar uma reflexão minha frente a realidade do Magistério neste país.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;As condições de trabalho oferecidas à Educação como um todo é um caso &lt;/div&gt;&lt;div&gt;explícito de abandono.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Disso,&lt;strong&gt; todos sabem e todos engrossam o coro de que algo tem que ser feito.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Quando se pensa &lt;strong&gt;urgência no Planejamento e concretização de uma &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;melhor Educação&lt;/strong&gt;, também é senso comum. &lt;strong&gt;Todos&lt;/strong&gt; alardeiam não poder o &lt;/div&gt;&lt;div&gt;país esperar mais com esses vergonhosos índices de aprendizagem.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Se a temática é &lt;strong&gt;qualificação e remuneração para o Magistério,&lt;/strong&gt; temos &lt;/div&gt;&lt;div&gt;outra assertiva unânime entre &lt;strong&gt;todos.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Mas, afinal, quem são esses TODOS tão conhecedores e inteirados &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;da &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;Realidade da Educação país afora?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Vejo esses&lt;strong&gt; bem articulados&lt;/strong&gt; cidadãos - &lt;strong&gt;sempre muito preocupados&lt;/strong&gt; - &lt;/div&gt;&lt;div&gt;a repetir, &lt;strong&gt;insatisfeitos&lt;/strong&gt;, em todos os instrumentos da Mídia que não se &lt;/div&gt;&lt;div&gt;pode permitir mais o descaso com a Educação...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Mas afinal, quem não pode permitir mais tanta coisa por aqui?!!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Emburreço se me alongo nisso.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Claro!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nós, Educadores e Cidadãos temos &lt;strong&gt;MUITO&lt;/strong&gt; o que agradecer &lt;/div&gt;&lt;div&gt;a esses senhores engravatados e sérios!!!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;A preocupação deles já lhes renderam muitos votos por vários mandatos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Somos pauta dos inteligentes discursos desses bonzinhos &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Senhores, &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;desde sempre.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Legítimo, não acham?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Há algo me incomoda - inquieto que sou - indago amim mesmo:&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;POR QUE EU VEJO OS &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;ANOS PASSAREM E NADA &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;É FEITO DE &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;CONCRETO PELO &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;MAGISTÉRIO NO BRASIL?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O descaso é geral!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E a realidade é brasileira. (estranha esssa vontade de rir. &lt;span style="color:#000000;"&gt;RsRsRs&lt;/span&gt;)&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Parece todos os Governadores deste país terem assinado um bem &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;sucedido Tratado para sucatear ou destruir o que é do povo.&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;ALGUNS GOVERNANTES DESTE PAÍS &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;SÃO OS VERDADEIROS &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;VÂNDALOS QUE CONHEÇO!!!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;A Política é clara: &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;"• Vamos maltratar os Professores, fazê-los sentirem-se humilhados, &lt;/div&gt;&lt;div&gt;despossuidos de condições para a boa Leitura, sem acesso ao Teatro e &lt;/div&gt;&lt;div&gt;mesmo a uma alimentação decente. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Vamos isentá-los no Mundo Virtual que urge. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;-&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Vamos esquecê-los no Tempo. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Vamos lhes tirar a Graça diante do Trabalho que fazem, vamos &lt;/div&gt;&lt;div&gt;desconstruir sua Profissão.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Vamos cercear-lhes o Direito Legítimo a um ambiente de &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Trabalho digno e limpo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Vamos colocá-los em meio aos abutres, ao lado dos lixões, &lt;/div&gt;&lt;div&gt;vamos jogá-los entre a fétida imundície que exalam dos grandes centros. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;• VAMOS ESCONDÊ-LOS. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Por fim... &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;• Vamos destruir sua auto estima, vitimá-los a uma insuportável culpa, &lt;/div&gt;&lt;div&gt;vamos fazê-los sentirem-se incapazes de cuidar e dar conta de sua Missão. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;-&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Vamos formar um professor diferente, rancoroso e amargo,&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;sem entusiasmo, &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;sem Paixão pelo que faz, sem crenças para &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;disseminar ou comungar.&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;• VAMOS ACABAR COM ESSA "RAÇA" QUE FAZ O POVO PENSAR, &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;ESSA RAÇA QUE FAZ O POVO SONHAR. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Destruamos o Professor para que se possa governar neste país com calma, &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;sem alardes, sem Manifestações.&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Nosso alvo é frágil, tem família para sustentar e estômago, &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;muitos &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;desistirão de sua Nobre Missão, desencantados com &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;a Vida que lhes espera.&lt;/strong&gt; &lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;RsRsRsRs...&lt;/strong&gt;"&lt;/span&gt; &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;strong&gt;Pareço dramático?&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;strong&gt;Quisera sê-lo.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Esse Sistema Educacional brasileiro se alimenta da Alienação.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Me dói ver muitos sem condições de ler a própria Vida contextualizada &lt;/div&gt;&lt;div&gt;no Mundo do qual fazem parte.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;O Estado de Pernambuco - onde dedico os melhores anos de &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;minha &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;Vida como Professor - está entre os piores estados no &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;que tange &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;Educação Pública.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Todos sabem e são unânimes:&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;○ A Praxi Pedagógica do Professor é consequente ao descaso estatal &lt;/div&gt;&lt;div&gt;e à lamentável ausência de Capacitações sérias para as demandas existentes..&lt;/div&gt;&lt;div&gt;○ O Sistema de Avaliação é equivocado.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;○ O Modelo Administrativo é caótico e sem Gerência ou Suporte.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;○ O Apoio Pedagógico, ínfimo, diante da Problemática existente no &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Espaço Escolar, bem como no que tange o entendimento da clientela que nos&lt;/div&gt;&lt;div&gt;chega às salas de aula sem a menor noção das regras básicas de comportamento.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;○ Os salários são vergonhosos e impossibilitam que os professores se atualizem&lt;/div&gt;&lt;div&gt;como sua atividade docente exige.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;○ O Material de Apoio, bem como os livros Didáticos, insuficientes.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;○ O Espaço escolar, abandonado, sem Manutenção.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;○ Parte lúdica ou recreativa, inexiste. (nas escolas, a criança não tem espaço.)&lt;/div&gt;&lt;div&gt;○ Bibliotecas sem atrativos, chatas, mortas e sem uma Política de inclusão do&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Educando ao Mundo da Leitura.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;○ A indisciplina é assustadora, requer ações efetivas de administração.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Neste leque de problemáticas não há um ponto que seja recente. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Registre-se para cada um, uma média de dez anos em que o Professorado &lt;/div&gt;&lt;div&gt;alardeia em reuniões pedagógicas.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Quem nos ouve?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Muitas vezes a Direção Escolar anota as nossas reivindicações &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;e as leva ao Poder, &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;Executivo apresentando-as como solicitações &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;de uma categoria, e não como anseio &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;de uma Sociedade nelas &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;contextualizada.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;Creio que a Educação neste país, como muito coisa por aqui, &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;tenha sido criada para não funcionar.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;E funciona!!!&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Não quero ser derrotista...&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;RsRsRs&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;○ Ao passo que serve como mecanismo de manutenção da Ordem &lt;/div&gt;&lt;div&gt;pelos de cima determinada.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;○ Ao passo que recoloca ricos em seus devidos assentos e pobres &lt;/div&gt;&lt;div&gt;nas filas dos Programas de Assistencialismo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;○ Ao passo que não integra a criança no Mundo de sua própria Cultura.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;○ Ao passo que faz crer que a Cultura do "Aprovar" resolve os &lt;/div&gt;&lt;div&gt;problemas da ignorância neste país.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;○ Ao passo que permite que Adolescentes larguem seus estudos ao &lt;/div&gt;&lt;div&gt;identificarem - &lt;strong&gt;desencantados&lt;/strong&gt; - a destacável desvalorização &lt;/div&gt;&lt;div&gt;destinada a quem estuda neste Brasil... &lt;/div&gt;&lt;div&gt;○ Ao passo que permite que crianças pobres identifiquem como &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;o melhor&lt;/strong&gt; da escola,&lt;strong&gt; apenas a comida.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;Nada novo!!!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Oxalá tivesse mais que descrição a fazer.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Oxalá dissertações de Mestrado serem lidas, ouvidas e respeitadas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Oxalá os Professores deste país fazerem parte desta Orquestrada &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Educação com voz ativa e com Tribunas respeitadas pelo Poder Polítivo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Oxalá fôssemos convocados para decidir em nome da sociedade brasileira.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Oxalá não existirem esses bonzinhos cidadãos que muito sabem de Educação &lt;/div&gt;&lt;div&gt;e que há séculos reproduzem esse vil massacre do povo brasileiro.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Oxalá MORREREM!!!&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Oxalá morrerem e com eles levarem seu método antigo de nos fazer esperar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E AINDA, com eles levarem suas preocupações hipócritas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Oxalá não vê-los mais.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Não ouvi-los mais a falarem minhas falas.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Usam meu discurso de Educador como se nisso, legítimos fossem.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Arriégua!!!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Morras à Consciência inerte que tudo sabe mas que em &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;nada interfere, &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;e se perpetua num faz de conta tagarelante &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;que em muito aborrece-me &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;vê-los ou ouvi-los.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Descrente, eu?&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;NUNCA!!!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Sou merecedor do meu ofício e dele faço minha Grande Causa na Vida.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Não me terão alheio ao meu papel como Educador. &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Cá estou. &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Operando em uma célula de reconstrução do que &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;creio ser recuperável:&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;O SONHO &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;ENTRE OS MEUS &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;COLEGAS E NO SEIO DA SOCIEDADE BRASILEIRA.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;Que se popularize o sonho neste país!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;De uma vez por todas em 5007 anos!!!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;Que minha Prática Pedagógica seja SEMPRE uma ação ascese &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;em pról do bem Comum.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Que eu &lt;strong&gt;NUNCA &lt;/strong&gt;me permita doutrinar pelo massacre &lt;/div&gt;&lt;div&gt;imposto pelo Poder Político que me quer com ação &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;mecânica e tímida.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Um Amém Perpétuo e S A R A V Á ! ! !&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Marcilon Oliveira.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;"Um Professor em Construção efetiva."&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7196945971149578458-4482574605188479849?l=cronicasmarcilon.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://cronicasmarcilon.blogspot.com/2007/11/no-tenho-nem-de-longe-capacidade-de.html</link><author>prof.marcilon@hotmail.com (Marcilon Oliveira)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>7</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7196945971149578458.post-2048736335726089296</guid><pubDate>Mon, 05 Nov 2007 05:29:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-11-09T23:57:22.089-08:00</atom:updated><title>O IMPERATIVO DE SEMPRE.</title><description>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_rIHZnF8e1Dk/Ry6xYb8hYYI/AAAAAAAAAT0/uPiqaTS2IV0/s1600-h/Ot%C3%A1vio.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5129232058998153602" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_rIHZnF8e1Dk/Ry6xYb8hYYI/AAAAAAAAAT0/uPiqaTS2IV0/s400/Ot%C3%A1vio.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Amemos...&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Amemos de imediato como se de urgências fosse o Amor feito. &lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Amemos &lt;strong&gt;LIVRES &lt;/strong&gt;E &lt;strong&gt;SEMPRE!!!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Contudo Amemos, e com tudo nos joguemos ao Amor.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Sobretudo HOJE!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Amemos enquanto podemos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Enquanto nos bate o vento frio da incerteza,&lt;strong&gt; Amemos.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;E quando já não sentirmos o riso do &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_0"&gt;afeto&lt;/span&gt; amado,&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Amemos o Amor que nos sobrou.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Amemos.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Por Deus, Amemos!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;E apesar Dele, Amemos!!!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Há um Deus bom que faz &lt;strong&gt;o Amor sublime...&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Amemos.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Muito e sem medidas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Amemos desproporcional. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Amemos intransigentemente a quem nos convier.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Briguemos pela pessoa Amada.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Por ela soframos.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Dela, tomemos as dores.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_1"&gt;Façamos&lt;/span&gt;-lhe grandes ODES!!!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Louvemos aos que Amam, &lt;strong&gt;AINDA.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Derramemos lágrimas de Amor, LINDAS SÃO!!!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Soframos impiedosamente pela Pessoa que nos toca,&lt;strong&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;SEMPRE VALE A PENA!!!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não desistamos do Amar, &lt;strong&gt;NUNCA!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eu - largado só, pela intriga infame - &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;AMO!!!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;E Amo&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;feliz por poder sê-lo&lt;/strong&gt; ao passo em que sinto poder Amar.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Amemos na calma de um beijo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Beijemos &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;APENAS&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; na Paz de quem Ama.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Estejamos plenos num Amar absoluto.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Pelos Deuses!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Amemos!!!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;E se o &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_2"&gt;afeto&lt;/span&gt; com rispidez nos tratar,&lt;strong&gt; Amemos.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Amemos além da &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_3"&gt;compreensão&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Amemos indevidamente...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;...como não se pode &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Amemos em demasia, Amemos!!!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;De Amor vivamos.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Soframos no gozo do Amar.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Quem Ama vive.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pois vivos,&lt;strong&gt; Amemos já!!!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Amemos!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Pelo Amor, Amemos!!!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Amemos aos brutos que temos como se dóceis fossem, mas, &lt;strong&gt;Amemos.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;A Vida nos sorrirá coadjuvante, atesto!!!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Amemos!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Amemos no desencontro &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Amemos no equívoco &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Amemos &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_4"&gt;silentes&lt;/span&gt; &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Amemos.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Amemos sem queixas,&lt;span style="color:#cc0000;"&gt; e apesar delas&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;, &lt;/span&gt;AMEMOS!!!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Prometo Amar-te...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nas &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_5"&gt;fofocas&lt;/span&gt; de hoje, nas intrigas de cá, no silenciar teu, no telefone mudo...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;O Amor em mim perdura como um carvalho velho.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Amemos no meio, como se recomeços o fim nos &lt;span class="blsp-spelling-corrected" id="SPELLING_ERROR_6"&gt;trouxesse&lt;/span&gt;...&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Amemos com os meios impossíveis de se Amar.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_7"&gt;Marcilon&lt;/span&gt; Oliveira.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Àqueles que não se podem sentir &lt;span class="blsp-spelling-error" id="SPELLING_ERROR_8"&gt;desAlmando&lt;/span&gt;...&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7196945971149578458-2048736335726089296?l=cronicasmarcilon.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://cronicasmarcilon.blogspot.com/2007/11/o-imperativo-de-sempre.html</link><author>prof.marcilon@hotmail.com (Marcilon Oliveira)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_rIHZnF8e1Dk/Ry6xYb8hYYI/AAAAAAAAAT0/uPiqaTS2IV0/s72-c/Ot%C3%A1vio.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>6</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7196945971149578458.post-5607969041311104145</guid><pubDate>Sun, 21 Oct 2007 19:04:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-02-13T10:56:06.400-08:00</atom:updated><title>SILÊNCIO EM MIM...</title><description>Quisera andar por tuas avenidas...&lt;br /&gt;Desbravar teus mistérios e sondar teus medos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;(Quisera ter andado em alguma rua tua.)&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;(Quisera ter logrado o mérito de alguma sondagem em ti.)&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Quisera ver, mesmo que assustado, o teu suar em dia de insatisfação.&lt;br /&gt;Quisera fugir contigo pelos campos sombrios do Mundo e atestar nosso&lt;br /&gt;encontro pelo Mundo que se nos impõe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quisera conhecer-te como preciso, como sonhara, como creio conhecer.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quisera teu sorriso ser sincero, tua boca, verdadeira e teus lábios, meus.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quisera tua Alma ser de cá, tua Vida Alegre e teu Viver Pleno...&lt;br /&gt;Quisera sentir o que sei sentir sem as oscilações do Hoje, amar-te pleno&lt;br /&gt;e com os desprendimentos que o meu Ser a mim delega.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Sociedade nos incute um Viver assustado, &lt;strong&gt;por medos tantos e&lt;br /&gt;motivos estranhos; somos expectruns num mundo vil que &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;não nos quer ver que não desalmados e amargos, uma &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;sociedade infame que assombra a quem amo e assusta o Amor &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;dos que se convencionam Olhar, olharem-se...&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;De ti fui afastado, me tiraram a Vida que tivera em tempos ávidos e felizes;&lt;br /&gt;teu sorriso se foi num desiludir infame.&lt;br /&gt;O Mundo me fez calado e amargo pelo doce que perdi; tua música calou-se&lt;br /&gt;em mim; teus metais não me tocam mais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amargo estou e, sem paladar, agonizo num entardecer desproposital&lt;br /&gt;que faz minha Vida inquieta num denso ímpeto de solidão que tua alegre&lt;br /&gt;presença deixou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tuas idas e vindas, teus sorrisos fáceis, teu olhar torto, tua voz rouca,&lt;br /&gt;teu jeito desencontrado, teu todo tagarelar; muito, muito me fazia bem&lt;br /&gt;e mal estou na falta disso, de ti, Amor meu, ÚNICO...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Vem, vem ver como estou infeliz, como anda silenciosa &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;essa vida pela falta de ti, pela distância do que lhe foi demasiado&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;belo e intenso!!!&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A inveja nos tirou o direito ao riso, ao canto, à música.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;Como os olhos engrandecidos dos de cá me fizeram mal! &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Como tenho silenciado meu Amor por ver seu medo, &lt;strong&gt;como me tenho&lt;br /&gt;contido pelo bradar dos que se auto intitulam conselheiros teus...&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A dor que cá está não estaria infinda se cá estivessem teu sorriso,&lt;br /&gt;tua pouca sensibilidade ou mesmo tua toda transparência.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Te Amo como nunca ousara.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Isto que tenho cá silenciado, cujo nome bendigo, me faz entender que&lt;br /&gt;há mais que voz em minha garganta, &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;há também o entalo&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; de não se&lt;br /&gt;poder gritar o que os olhos não ousam contemplar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hei de vencer o descrédito sobre mim lançado pelos grandes olhos dos&lt;br /&gt;que ao meu lado pestanejavam ambiciosos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Hei de presenciar o medo sucumbir em seu coração de criança&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;e as janelas de Greta lhes serem escancaradas num convidar digno ao Amor de lá.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Hei de ver-te entender pelo coração e sentirei teu olhar &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;inquieto &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;pausar silente &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;nas “verdades” requentadas do Hoje.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Hei de sorrir do susto que te assusta cá.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Brindarei o gozo da Justiça pelos anos que viverei.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;E, se ao teu lado nunca mais estiver, quero atestar a infame &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;sorte dos que nos fizerem descrer em nós e em nossa &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;decantada fantasia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nossa Poesia se foi, já não se faz mais refrões, &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;sua voz se emudeceu, o silêncio predomina em ti e, &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;do medo que em ti se impõe, teu sorriso se dá tímido &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;e tua gargalhada, acanhada.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem ti, minha sorte amiúda-se, chego a temer minha pequenez,&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;sinto-me ímpar &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;entre os grandes que amam em grandes desavenças.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Foi sobremaneira triste, o tudo que nunca ouvi de ti.&lt;br /&gt;Foi ademais inquietante, o tudo que descobri sentir.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Os oráculos que o Classicismo relembra me fazem crer que&lt;br /&gt;um dia hei de poder crer em nós,&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt; fitar em nós como que &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;se de porcelana já não fôssemos. &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;Amar-te-ei para SEMPRE, eis um fato inconteste.&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Tiraram-me tua alegria,&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt; mas não me tirarão minhas lembranças,&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;e delas me comprazo na avantajada necessidade de&lt;br /&gt;crer que seremos íntimos naquilo em que não pudemos ser estranhos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Quisera ver-te brigar por mim, defender-me.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Quisera MUITO, saber o que pensas saber sobre o que penso, &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;num pensar só.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Vem!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Vem comigo olhar a lua!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Vem à Avenida José Lins do Rêgo trazer o teu enigma aos &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;desinformados de cá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Vem!&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Vem trazer-me o que antes muito me fazia crer no Amor.&lt;br /&gt;Vem fazer-me entender&lt;strong&gt; NOVAMENTE &lt;/strong&gt;que o Amor é simples, sublime e&lt;br /&gt;necessário.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Vem!&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Venha ao lugar seu.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Cá está vazio este coração inquieto pelo que muito os de cá destilam.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Vem Meu amor!&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Vem cantar em minha Vida, trazer-me risos, &lt;strong&gt;ALEGRIA. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Vem!!!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Vem atestar o quanto &lt;strong&gt;AINDA &lt;/strong&gt;és importante;&lt;br /&gt;vem perpetuar-se num &lt;strong&gt;SEMPRE!!!&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Te Amo!!!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O que sentes... desafiante se faz e NUNCA me admitirei sem ti.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Marcilon Oliveira. &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;À Única Pessoa que me fez rir com o coração...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7196945971149578458-5607969041311104145?l=cronicasmarcilon.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://cronicasmarcilon.blogspot.com/2007/10/silncio-em-mim.html</link><author>prof.marcilon@hotmail.com (Marcilon Oliveira)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>6</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7196945971149578458.post-7490232953366303632</guid><pubDate>Fri, 12 Oct 2007 02:57:00 +0000</pubDate><atom:updated>2009-02-13T11:01:44.664-08:00</atom:updated><title>MORRAS À NOMENCLATURA DOS DE HOJE!!!</title><description>Coisas remexidas, coisas viradas, coisas perdidas, coisas desencontradas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Coisas coisadas por toda a casa.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Coisas descoisadas, cá dentro em mim.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Quisera falar de muitas coisas - coisas abafadas - por coisas outras, &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;pedrificadas.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Coisas guardadas, amareladas, revoltas no entulho - coisas não superadas.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Coisas do meu viver, coisas coisINDA, pra não morrer...&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Coisas de se dizer, coisas de emudecer.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Coisas coisando em mim, bulindo n'alma, catando coisinhas de velhas&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;coisas, &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;que tenho cá.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Coisas pelas quais silencio, e coisas pelas quais falo&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; - &lt;strong&gt;coisado...&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Coisas nas quais não penso, e &lt;strong&gt;coisas que me fazem pensar.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Amo coisas assim, INDEFINÍVEIS.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;-Indefinidas? &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;-Deixe estar...&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;COISA é genérico e amplo, tanto que me possibilita flexioná-la nos gêneros, &lt;/div&gt;&lt;div&gt;formas e tempos que me convier.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Coisei dessa forma por não poder FALAR de coisas,&lt;strong&gt; simulando, de retratáveis coisas falar...&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Vivi coisas.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Por coisas outras, quase morri.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;De algumas fugi, &lt;strong&gt;em quase todas sobreviví...&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;As coisas vividas, são coisas de ontem que se coisificam na &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;coisa presa que &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;tenho aqui.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;Pequenas coisas, de trato irrelevante, de atenção miúda e simulada &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;discrição que me causam &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;coisas outras num coisar inquietante por &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;coisas incoisáveis...&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;São muitas coisas num Mundo coisado demais para coisantes assustados.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;De grandes coisas quero falar, &lt;strong&gt;quiçá as pequenas me permitirem.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;-Alguma coisa, Senhor?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Perguntou-me uma jovem &lt;strong&gt;desapercebida das coisas incoisadas.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Responder-lhe-ia de pronto:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;-Sim,&lt;strong&gt; muitas&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;coisas incoisáveis&lt;/strong&gt; por cá.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Mas lhe quis ter em minhas coisas mais protegidas das coisas que &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;convenciono &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;descoisificar em mim.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;E é assim que as coisas são, &lt;strong&gt;o são sem precisar sê-lo&lt;/strong&gt;, sem os definições &lt;/div&gt;&lt;div&gt;que lhes tolhem a essência.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;O nome das coisas só causam coisas mais, em gente coisada com tudo.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;- "Alguma coisa anda errado." &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Pensei sem que coisas me atassem o pensamento; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;pensar em coisas não é pensar coisas.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;No pensamento &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;as coisas coisadas estão, como que em prateleiras, &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;sobrepostas às outras &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;coisas, também decodificadas e coisadas &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;pelo senso comum que tem como arbítrio coisificar &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;as coisas &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;descoisificadas e de valor ignorado...&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;E se cresce ouvindo:&lt;/div&gt;&lt;div&gt;"Cuide de suas coisas."&lt;/div&gt;&lt;div&gt;"Esconda essa coisa."&lt;/div&gt;&lt;div&gt;"Que coisa feia!"&lt;/div&gt;&lt;div&gt;"Que coisa linda!"&lt;/div&gt;&lt;div&gt;"Que coisa estranha!"&lt;/div&gt;"Ele coisou com ela."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;E nos coisaram as idéias por temerem não nomenclaturar os sentimentos que lhes assustam.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;"Deixe de coisa!!!"&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;-Diz-se de quem insiste em algo &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;ou de quem não está encoisado nas coisas coisadas pelos coisantes.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Marcilon Oliveira.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Aos descoisificadores do simples por outros desfocado... &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7196945971149578458-7490232953366303632?l=cronicasmarcilon.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://cronicasmarcilon.blogspot.com/2007/10/morras-nomenclatura-dos-de-hoje.html</link><author>prof.marcilon@hotmail.com (Marcilon Oliveira)</author><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>4</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7196945971149578458.post-8420366701249981815</guid><pubDate>Sat, 29 Sep 2007 19:57:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-11-10T00:14:29.445-08:00</atom:updated><title>ÊXODO EM MIM</title><description>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_rIHZnF8e1Dk/Rw50yiaLybI/AAAAAAAAAR0/i14tiD1dcjc/s1600-h/9204988_imagem.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5120158237945743794" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_rIHZnF8e1Dk/Rw50yiaLybI/AAAAAAAAAR0/i14tiD1dcjc/s400/9204988_imagem.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Há sempre uma palavra não dita &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;um sentimento contido&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;uma verdade omitida&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;um fato questionável &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;um coração dolorido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;Há sempre a sombra no escuro &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;o esconderijo seguro&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;a visão torpe dos cegos e o bramido agudo dos surdos.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;Há dor na face dos Santos &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;há sempre vontade em mãos trêmulas&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;há mais que beleza no Homem e mais que desejo na fêmea.&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;strong&gt;Há o que há por detrás de tudo, &lt;span style="color:#cc0000;"&gt;e haverá sempre um Olhar no escuro.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ffffff;"&gt;Existe o que a palavra não alcança, e o que o silêncio não cala.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Há mais que verde nas folhas e mais que sombra ao tronco.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Há mais que Amizade em meus braços... &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;HÁ O QUE ME FAZ SONHAR NO ABRAÇO.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Há tudo que a todos se dá, e nada que a ti possa dizer.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Marcilon Oliveira.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;Ao inquietante desejo de se saber lembrado... &lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7196945971149578458-8420366701249981815?l=cronicasmarcilon.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://cronicasmarcilon.blogspot.com/2007/09/xodo-em-mim.html</link><author>prof.marcilon@hotmail.com (Marcilon Oliveira)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_rIHZnF8e1Dk/Rw50yiaLybI/AAAAAAAAAR0/i14tiD1dcjc/s72-c/9204988_imagem.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7196945971149578458.post-7770442366462063512</guid><pubDate>Sat, 08 Sep 2007 23:27:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-09-09T22:32:10.494-07:00</atom:updated><title>EXORTANDO 11/02/2001.</title><description>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_rIHZnF8e1Dk/RuTHfvQG6pI/AAAAAAAAARM/VwufCnh4izM/s1600-h/ATgAAAA0-EC547lRyMS2tvnA-DVINP7_mwQ-0RXnKSOt9OXUAjnBsi7ksbm4M2l2sR816icaNRlMkWnMDyWAP2QImHjTAJtU9VBKiy7aWxKmwfTqdle4eUDTpp_DJw.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5108427225418885778" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_rIHZnF8e1Dk/RuTHfvQG6pI/AAAAAAAAARM/VwufCnh4izM/s400/ATgAAAA0-EC547lRyMS2tvnA-DVINP7_mwQ-0RXnKSOt9OXUAjnBsi7ksbm4M2l2sR816icaNRlMkWnMDyWAP2QImHjTAJtU9VBKiy7aWxKmwfTqdle4eUDTpp_DJw.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Um dia descansarei dos Tempos vindouros.&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Perturbar-me-á os Tempos que se foram.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Um dia, sob o regime do tirano que em mim predomina serei atemporal.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Temporizar-se-á uma gota em meus olhos que há muito quisera.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;A lágrima que me falta hoje, um dia, negligenciá-la-ei quando de mim não minar.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Incúrio,&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;serei maldizente com o que se tem como destro em mim.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Astuto purgar do que se tem a espreita de minha sombra austera.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Doído mundo, esse que me repele o pensamento e avilta em mim um eu.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Não sou mais que estes, esses nunca seriam como quero.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Emaranhado assombroso de mundos com &lt;strong&gt;HOMENS&lt;/strong&gt; grunhindo como se deles lhes faltasse algo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Noite-dia, dia-noite à espera do Tempo de achegar-me aos braços que perdi... &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Perambula um Homem desgarrado de seu afeto entre esses que muito espiam do muito que jamais compreenderão.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Pelas portas da &lt;strong&gt;Igreja de Nossa Senhora da Conceição&lt;/strong&gt;, &lt;strong&gt;entrei numa manhã de um dia 11.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Os presentes ergueram-se com suas descrenças, muitos me foram abutres.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Curvei-me perante ânimos eclesiasticamente catartídeos, &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;e acipitrideanamente me levaram o SER.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Incrédulos me fizeram crer que lhes dando crédito, creriam.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Maldigo os sinos de &lt;strong&gt;Pedras de Fogo&lt;/strong&gt; que anunciaram meu majestático sentimento.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Por entre o cinéreo que encobria minhas ventas, e sob o jugo das cicutas plantadas em meu lar &lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;sobrevivi infeliz - mesmo que o mais feliz em sempre.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Meu Ser não cabe cá, sou de muitos &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;...de tantos tempos que no jugo do opróbrio de hoje agonizo feliz.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Desde lá muito me fora tirado, &lt;strong&gt;eis que cambaleante&lt;/strong&gt;, está de pé este que muito curvado estivera.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Sou mesmo de muito precário tino...&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Num destino instintivo desatino como que menino.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sofre e Ama na proporção em que Vive e, morre na proporção em que se deixa aquietar em si.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Eis que &lt;strong&gt;ele&lt;/strong&gt;, cujo&lt;strong&gt; eu&lt;/strong&gt; reside em &lt;strong&gt;mim,&lt;/strong&gt; NÃO ME FAZ DÍSPAR, &lt;strong&gt;posto que sou a profusão de quem se quer muitos para ser Pleno.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Esta terceira pessoa&lt;/strong&gt; - nada inculta - &lt;strong&gt;que se quer livre, me faz crer que deveras, o mundo se abre para os descontentes.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Há mais que Paz nos olhos de um Homem sereno, há também medo.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;No dia de lá, de cá me lembrarei a rir, e o desespero de não saber-me&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;acomodar-me-á.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Marcilon Oliveira.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#cc0000;"&gt;À tudo que tenho pulsante...&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7196945971149578458-7770442366462063512?l=cronicasmarcilon.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://cronicasmarcilon.blogspot.com/2007/09/um-dia-descansarei-dos-tempos-vindouros.html</link><author>prof.marcilon@hotmail.com (Marcilon Oliveira)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_rIHZnF8e1Dk/RuTHfvQG6pI/AAAAAAAAARM/VwufCnh4izM/s72-c/ATgAAAA0-EC547lRyMS2tvnA-DVINP7_mwQ-0RXnKSOt9OXUAjnBsi7ksbm4M2l2sR816icaNRlMkWnMDyWAP2QImHjTAJtU9VBKiy7aWxKmwfTqdle4eUDTpp_DJw.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>0</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7196945971149578458.post-5720025155765149283</guid><pubDate>Sat, 08 Sep 2007 16:24:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-10-11T11:04:47.062-07:00</atom:updated><title>SORTE</title><description>&lt;a href="http://3.bp.blogspot.com/_rIHZnF8e1Dk/Rw5lmyaLyaI/AAAAAAAAARs/Spd9FJUsUBI/s1600-h/paisagem13.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5120141543407864226" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_rIHZnF8e1Dk/Rw5lmyaLyaI/AAAAAAAAARs/Spd9FJUsUBI/s400/paisagem13.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; Encontrei um Amor que sabe fazer massagem&lt;br /&gt;Um Amor que Ama descompensado&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um Amor que nunca foi virgem, mas que nunca amara&lt;br /&gt;Um Amor que Ama o que o Amor lhe tem dado.&lt;br /&gt;Encontrei um Amor que nunca imaginei existir&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um amor de poucas palavras, grandes gestos e nenhuma censura&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Encontrei um Amor para lembrar ser inesquecível.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O Amor que encontrei &lt;strong&gt;cabe em mim&lt;/strong&gt; sem sufocar-me&lt;br /&gt;O Amor do qual falo&lt;strong&gt; é meu, de mim mesmo.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Um Amor que coexiste cá dentro, desde há muito sufocado por este que dele não soube cuidar e deixá-lo possuir-me.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O Amor que encontrei é meu, com ele Amo na necessidade que se impõe.&lt;br /&gt;O meu Amor implora para Amar quem o Ame e o deixe &lt;strong&gt;VIVO.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Meu Amor tem medo de ser morto por quem não sabe cuidar dos próprios monstros.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;O meu Amor chegou renovando em mim o dia de ontem.&lt;br /&gt;Refez meu hoje e Amo como se futuro o fosse.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu Amor é grande.&lt;br /&gt;Cá dentro está, ouve quando gritam e silencia quando murmuram os de hoje.&lt;br /&gt;Meu amor é nobre, e aos de cá não compreende...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje ao espelho, vi a mim mesmo, dele quis sair por incomodar-me de mim&lt;br /&gt;mesmo ser espectador.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Sofri ao ver que sofro e ao perceber que minhas lágrimas nem sempre são visíveis...&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Senti o fardo que é o despropósito de Amar o desprezível que me arrebata&lt;br /&gt;os pensamentos, &lt;strong&gt;senti que sofro na alegria, e que minha tristeza acrescenta &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;em mim um dom inato de Amar incondicionalmente e desprovido das &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;trocas necessárias...&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;Amo, pois o Amor se impõe.&lt;br /&gt;Amo o Amor que há, pois a outro não saberia recorrer.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Marcilon Oliveira.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Ao que de mim, neste Tempo observa...&lt;/strong&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7196945971149578458-5720025155765149283?l=cronicasmarcilon.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://cronicasmarcilon.blogspot.com/2007/09/sorte.html</link><author>prof.marcilon@hotmail.com (Marcilon Oliveira)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_rIHZnF8e1Dk/Rw5lmyaLyaI/AAAAAAAAARs/Spd9FJUsUBI/s72-c/paisagem13.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>2</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7196945971149578458.post-6657740102948413166</guid><pubDate>Sun, 05 Aug 2007 08:08:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-08-16T09:36:11.411-07:00</atom:updated><title>EXORTAÇÃO BALZAQUIANA CÁ EM MIM.</title><description>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_rIHZnF8e1Dk/RrWF0w7S-3I/AAAAAAAAAOI/XR_MmzlSIbM/s1600-h/m_133.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5095125694972885874" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_rIHZnF8e1Dk/RrWF0w7S-3I/AAAAAAAAAOI/XR_MmzlSIbM/s400/m_133.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; A mais vaga e remota possibilidade de uma pretensa compreensão ampla e uma definição abrangente sobre a Juventude Moderna, me é, carinhosamente, descartável. &lt;div&gt;Desvencilho-me de mim, de meus preceitos, das minhas tantas verdades, de minhas adoráveis crenças, de meus nunca conjecturados medos, de todas as minhas protetoras moldagens comportamentais e, via de regra, de minha normalidade e irritação ante o tão provocante e intrigante adolescente em tempos de Orkut.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Olhar e procurar enxergar, me parece – e de modo efetivo o é – tarefa infindavelmente diferencial quando pensamos os aspectos comportamentais do Ser Humano e, de modo peculiar o Jovem Moderno.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Hei de convir que me predispora costumeiramente a observar os jovens ancorado e seguramente atado aos meus tão valiosos e inseparáveis padrões de conduta e procedimento por mim – assustadoramente - intitulados de normais.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Hei de convir ainda, que ousar pensar e agir diferentemente dos meus páreas – aos quais a Psicologia Clássica e a moldagem de papéis sociais empreitada pela Civilização, classifica e/ou enquadra como adultos – seria um equívoco irreparável para a tão bem consolidada e definida moral.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Incomoda-me, outrossim, - e isso me é profundamente embaraçoso – o repensar filosófico sobre minha felicidade e adequação do meu EU lírico no meio ao qual estou disposto.&lt;/strong&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Inquieto-me frequentemente ante o desempenho de determinados papéis sócio-culturais e até afetivos que me cabe efetivar no mundo dos senhores e das senhoras de requinte e/ou bom senso de ontem e hoje, confesso que esses parecem atemporais...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Ter bom senso, contudo, - e/ou, sobretudo – é não ter senso próprio.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Me deixa desolado e triste o fato de que o meu pensar e o meu agir é pautado em tudo que já está disposto no mundo&lt;/strong&gt;, ou seja, tenho que proceder de modo a adaptar-me confortavelmente, ao clã de onde provenho.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Sigo as regras desde pequeno; ajusto-me inteligentemente, na condição de bom filho, melhor aluno, dedicado e apaixonado amante/enamorado, seguindo cuidadosamente os requisitos da boa e gentil condição da ação Civilizatória.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse prisma, catei e aqui exponho uma assertiva do grande FLÁVIO GIKOVATE:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;“Quando começamos a conceber o mundo enfrentamos o óbvio; as incertezas.&lt;br /&gt;Acabamos seguindo os modelos sugeridos pela própria cultura. Passamos a imitar nossos heróis, “travestindo-nos” de Super-Homens e Mulheres Maravilha.&lt;br /&gt;Assim, encobrimos nossas dúvidas e inseguranças. Elas que sejam reprimidas e enviadas para o porão do inconsciente.”&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Minha busca, portanto, parte de mim mesmo. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;A utópica crença de que ajustando-nos ao meio seremos mais amados, mais admirados e, portanto mais felizes é, e tem sido o galgar infecundo do tão grande número de corações carentes de afeto e atenção.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Nossa Civilidade salvar-nos-á quando perdermo-nos de nós mesmos.&lt;br /&gt;Fomos produzido, e se nos amam, o fazem a um produto quando, latentemente, há um Homem, uma Mulher, alguém...&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Aborrecemo-nos ainda com o riso fácil dos &lt;strong&gt;“jovens desocupados”&lt;/strong&gt; que se nos aparecem nas praças e clubes, incomoda-nos profundamente a irresponsabilidade destes; são intratantemente indelicados, mas confortamo-nos, regozijadamente, com o fato de que também serão, um dia, adultos e, portanto obrigados a terem responsabilidades.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nesse meu olhar sobre o&lt;strong&gt; “riso fácil e alienado” &lt;/strong&gt;do Jovem, quero incorporar uma pergunta, de uma série, encontrada em uma coletânea de preocupações de adultos sobre os Jovens num texto de &lt;strong&gt;Flávio Gikovate. (Revista Claudia/ Fevereiro de 1992.)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;“São esses jovens que saem de uma festa e, alcoolizados, vão a toda velocidade para a praia.&lt;br /&gt;Sua imortalidade só é desmentida por um acidente fatal. Aliás, para ser sincero, parece incrível que não haja um maior número de acidentes envolvendo esses descontrolados”&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Pensar um maior número de acidentes envolvendo Jovens no Brasil é, deveras, uma prova fatídica de que nós temos, de fato, problemas com o Jovem.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Se há equívocos nas relações interpessoais e choques de gerações e culturas entre Jovens e adultos, &lt;strong&gt;talvez nós, adultos e detentores das maiores crenças e convicções sobre tudo, sejamos os mais equivocados, não com os Jovens, mas com nós mesmos.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Vida, concessão do Todo Poderoso e dádiva finita para nós, Seres Humanos aqui na terra. Parece-nos compreensível afirmar que vê-los em seu ápice, esbanjando graça e plenitude, quando nos sentimos traídos pelos anos que nos levaram a beleza, o viço e o brilho na pele e nos olhos, &lt;strong&gt;ESSES JOVENS&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;INCOMODAM.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Contemplá-los &lt;/strong&gt;nos traz uma certa ciumeira ante o que se esvai de nós: &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;A JUVENTUDE COM TODAS AS SUAS POSSIBILIDADES E PROEZAS.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Não ouso acreditar que todos os adultos trazem dentro de si, um espírito jovem mesmo expressando-se com enrugadas mãos e voz grave.&lt;br /&gt;Nisso, percebemos que nós, de alguma forma, já não somos plenos e nesse determinante condicionamento cíclico da vida, ouso crer que a maioria de nós, adultos, torna-se – ou continua – pedante, ranzinza e ostenta uma couraça cheia de penduricalhos da Velha Guarda que a fortalece ante sua insegurança e insatisfação no conduzir da própria Vida.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Não pretendo, contudo, sacrificarmo-nos em detrimento do louvor e sublimação da Juventude, uma vez que essa em sua essência permeia e inebria a todos, porém, destaco nossa gritante dificuldade e embaraço para associar um Espírito Jovial ao processo natural de envelhecimento da matéria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Destaco, ademais, que o mundo Capitalista e o pensamento capitalizante baniu da grande maioria de nós essa real possibilidade de desassociação da imagem, da estampa com o conteúdo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O autor e entusiasmado observador do comportamento da Juventude, &lt;strong&gt;WALCYR CARRASCO,&lt;/strong&gt; confessa em seu livro&lt;strong&gt; “O Golpe do Aniversariante e outras Crônicas” /Ática,pág.64.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;“Olho para a noite e penso em todos os morcegos punks zunindo por São Paulo.&lt;br /&gt;Ser Adolescente é difícil, mas...que saudade!”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;Observamos nas entrelinhas de &lt;strong&gt;Carrasco&lt;/strong&gt; uma determinada &lt;strong&gt;associação de um estilo e/ou comportamento para o jovem e outro para o adulto, onde este último torna-se espectador – quase sempre derrotista – do primeiro.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Já não se vê tanto brilho nos adultos e, invertendo-se a ordem, os adultos – pelas circunstâncias – já não brilham tanto.&lt;br /&gt;Largamos, pela acomodação social, todos os nossos encantamentos e peculiaridades que nos caracterizavam quando jovens e, civilizada e complacentemente envelhecemos e morremos – &lt;strong&gt;simultaneamente.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Marcilon Oliveira. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;.&lt;/strong&gt;Esta Exortação é dedicada ao meu amigo Escritor e Poeta&lt;strong&gt; TON FEITOSA.&lt;br /&gt;.À tudo que pude ser e não soube querer sê-lo...&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7196945971149578458-6657740102948413166?l=cronicasmarcilon.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://cronicasmarcilon.blogspot.com/2007/08/mais-vaga-e-remota-possibilidade-de-uma.html</link><author>prof.marcilon@hotmail.com (Marcilon Oliveira)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_rIHZnF8e1Dk/RrWF0w7S-3I/AAAAAAAAAOI/XR_MmzlSIbM/s72-c/m_133.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>4</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7196945971149578458.post-7504155407994410974</guid><pubDate>Sun, 05 Aug 2007 00:28:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-08-05T21:40:37.029-07:00</atom:updated><title>O INDESEJÁVEL SEXO DE HOJE, meu filho e seus desafios.</title><description>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_rIHZnF8e1Dk/RrUe6w7S-2I/AAAAAAAAAOA/CldsOsZ7LOU/s1600-h/DSC00199(1).JPG"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5095012548354440034" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_rIHZnF8e1Dk/RrUe6w7S-2I/AAAAAAAAAOA/CldsOsZ7LOU/s400/DSC00199(1).JPG" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Todo conjunto de fatores que permeiam a complexidade e dinâmica da nossa identidade, é, deveras pautado em nossa visão e atitude sexual.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Vasta é a bibliografia de pensadores – até eruditos – que centram a ação sexual como pressuposto básico para uma vivência feliz e abastarda em contentamentos...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O coito, a cópula, as carícias e mimos, o deleite sexual entre os seres vivos, o enlaçamento afetivo entre os seres humanos – sendo mais enfático – denotam a todo ser vivente uma harmonização com o Universo e com o Criador que nos dotou com a possibilidade extraordinária da conquista e do descobrimento de sua maior, mais fabulosa e instigante criação – &lt;strong&gt;O SER HUMANO.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;O pecado - criação do mal para o mal - , produto da mente humana que tem eclesiasticamente aviltado desejos e anseios pelos séculos, afunilou o glorioso potencial e dinamismo humano que, vitimado por suas crenças dogmáticas, mutilou de si um caractere ofertado na Criação: &lt;strong&gt;o sexo como uma bênção de Deus.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Assim, o mais sábio dos Homens, segundo a Literatura Sacra – &lt;strong&gt;SALOMÃO &lt;/strong&gt;– difundia o prazer sexual com veemente afinco:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;“Já perfumei o meu leito com mirra, aloés e canela. Vem, amanhã, alegremo-nos com amores até o romper da aurora.”&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;Provérbios VII/17,18&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Não obstante o fato de sermos plenos e projetados para o bem estar consciente e respeitoso, percebemos, entrementes, que a nossa concepção de vida e de mundo é, e sempre o foi, decodificada pelos guardiões da moral, da Igreja, do comportamento padrão – padronizante – e nisso, isto:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;“O medo gera incertezas, os traumas anulam a sorte, e as frustrações aterrorizam o Amor e desgraçam a Vida.”&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;Pandiá Pându&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;A perplexidade diante de um hímen presente em algumas culturas ocidentais, o mutilamento do clitóris e a violência sócio-cultural observado em algumas culturas orientais, nos norteiam ante o tema &lt;strong&gt;SEXO&lt;/strong&gt; e, sexualidade não é exatamente um debate fechado e definido. &lt;strong&gt;Somos deveras, atados perante o que dispomos e, como gêneros, não ousamos sequer admitir que somos iguais em humanidade e diversidade.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Normal, anormal, questionável, superior, inferior, folgado, estressada ou neurótica, mandão ou insensível; esse tem sido o debate mais direto entre os gêneros. Nós sequer sabemos lidar com nossas inseguranças sócio-afetivas e nesse enfoque a Cultura dita, via de regra, nosso proceder.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;“Não posso responsabilizar a mulher pelos seus erros, quando os mesmos defeitos são, no homem, tidos como as mais belas virtudes.”&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;Pandiá Pandu&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;Ora, sendo nós, &lt;strong&gt;“produtos do meio”&lt;/strong&gt; – como apregoara o Comunista alemão &lt;strong&gt;Karl Marx&lt;/strong&gt; – o que esperar que reproduzamos em nossa Sociedade, em nossa família e em nossas salas de aula?&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Sou professor e penso a partir dessa condição, nestas questões.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div&gt;Nisso, o também preocupado com essa questão –&lt;strong&gt; Pérsio de Oliveira&lt;/strong&gt; - vai nos suster a reflexão:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;“Como pode um indivíduo ser levado a modificar, em um determinado sentido, aquilo em que crê, aquilo que aprendeu, pensa e faz?”&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;A Psicanalista e Sexóloga – &lt;strong&gt;essa que nos mandou relaxar e gozar –&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Marta Suplicy&lt;/strong&gt; afirma categoricamente que &lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;“você, em qualquer fase de sua vida seria um caso sério de psicologia. Na adolescência isso tudo é normal.”&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt; Aqui temos uma retórica, contudo, é cabível entender que adolescer é tarefa árdua para estes que muitas vezes têm seus pais por demais atarefados com a labuta diária, cabendo-lhes buscar informações e formação adequada nos mais variados e ecléticos grupos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Não se deve tolher a possibilidade de que os adolescentes errem e se debatam frontalmente com suas próprias convicções e incertezas, isto lhes trará o amadurecimento como conquista pessoal, legítima.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Atentemos outra vez para o que nos diz &lt;strong&gt;PÉRSIO DE OLIVEIRA:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;“O compromisso do Educador ao abordar a sexualidade com os discentes é tão somente fazê-lo de modo desprovido de si, de seus valores e concepções institucionalizadas e possibilitar que o adolescente sinta-se ajustado em seu meio social.”&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;E nisso, ajusta-se a fala da Psicanalista &lt;strong&gt;ANNA FREUD,&lt;/strong&gt; filha do &lt;strong&gt;SIGMUND FREUD,&lt;/strong&gt; e que trabalhou muito com adolescentes no começo do século:&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;“É normal para o adolescente se comportar de maneira inconsistente e não previsível. Lutar contra seus impulsos e aceitá-los; amar seus pais e odiá-los; ter vergonha de&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;reconhecê-los perante outros e resistir querer conversar com eles; identificar-se e imitar os outros enquanto procura uma identidade própria. O adolescente é Idealista, artístico, generoso e pouco egoísta como jamais o será novamente, mas também é o oposto: egoísta, calculista e autocentrado.”&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;Ao perceber e admitir o determinismo empreitado pelos MCM (Meios de Comunicação de Massa) na consagração dos valores e normas, bem como, a reformatação de atitude político-ideológica dirigida ao jovem adolescente, inquieto-me com a formação e “manuseio” de sua sexualidade ante os novos moldes que, a rigor, devem partir de uma reflexão sociológica.&lt;br /&gt;Pensar o adolescente sem atentar prioritariamente às suas condições sócio-afetivas é incorrer no engodo da análise fria e superficial dos fatos, como também, tentar compreendê-lo ignorando sua pungente sexualidade é adentrar um universo sem uma luz que se nos guie perante o encantado mundo a explorar.&lt;br /&gt;O estudo e compreensão da sexualidade é, inevitavelmente, tarefa infinda ante o conjunto de complexidades inerentes a esse fabuloso aspecto da vida humana, o aprisionamento cultural e as amarras ideológicas implantadas pela Igreja na estruturação do Cristianismo, demarcam, delimitam e afunilam violentamente as nuances e possibilidades da vida sexual Humana.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Num Universo vasto e codificado, somos ou percebemo-nos meramente curiosos ante tudo que é nosso e que, contudo, desconhecemos. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Ora, acreditar que sexualidade tem uma função apenas reprodutora é esquivar-se pelo auto-mutilamento e reafirmar posturas orientais e eclesiásticas do período medieval. Assim, tentar desmistificar esse assunto-tabu ainda perturbador e intrigante para os guardiões confessos da falsa moral, é tarefa legítima para nós, informadores e formadores do pensamento coletivo cujo compromisso é, sobretudo, resgatar a reflexão Humana do aprisionamento retrógrado da ignorância e do aviltamento de nossas possibilidades.&lt;br /&gt;Adolescência, fase em que o sexo é enfoque a todo instante, quer seja no seu meio social, pela mídia que explora exacerbadamente e redimensiona a sexualidade, quer pela cultura machista e/ou curiosidade feminina, enfim, tem-nos preocupado a glamourização do sexo, a banalização de sua prática e os reflexos diretos e indiretos dentro e fora de nossas salas de aula. Preocupa-nos sobremaneira, a identidade e a percepção de nós mesmo enquanto Educadores e muitas vezes, desprovidos de uma trato preparado para essa deturpação de valores onde os afetos são secundados na relação sexual.&lt;strong&gt; Preocupa-me, de um modo bem particular, o Homem que estamos formando estando este apartado de seu afeto e de sua lúdica capacidade de se apaixonar com profundidade. &lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Vejo crianças sendo bombardeadas diuturnamente por uma Mídia inconseqüente que erotiza as relações num patamar desesperador, percebo crianças sufocadas com apelos sexuais, chamados explícitos ao "amor" carnal num horário que deveria respeitar o direito que têm esses pequeninos de se constituírem como Pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Inquieta-me uma sexualização machista, rançosa, com determinismos capitalistas que impõe um comportamento abobalhado em meus alunos e lhes deixa refens de uma obrigação comportamental por demais cara, para um caráter em formação. &lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Como era deprimente aquela banheira do Augusto Liberato!!!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Meus Deus! Que idéia de Mulher absorveram as crianças daquele período?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;O DESMONTE DA MÚSICA NO BRASIL E SUA RELAÇÃO COM O JOVEM.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;O envolvimento melódico do adolescente com a música, é fato. São raros os jovens que não gostam de um barulho, de um ritmo, etc. Percebemos , portanto, que o forró, o samba, o caipira, o baião, o xaxado e o rap têm sofrido uma violenta devassa em suas raízes e nisso, um descarado plágio, uma interpretação melódico-rítmica distante e aquém da nossa tão boa música.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Forró,&lt;/strong&gt; o xaxado e o baião, expressões maiores dos azedumes e conflitos do Homem Nordestino, do sertanejo altivo e culturalmente rico. Grito maior na voz do Mestre LUIZ GONZAGA que denunciava dispensado ao produtor nordestino, foi enlatado num ritmo frenético com guitarras e bailarinas exótico-eróticas que, a rigor, não retratam nada exceto uma temática pedante de relações doentias e um barateamento do sentimento nas relações extra-conjugais.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Samba,&lt;/strong&gt; que retrata as condições sócio-culturais nos morros, um ritmo que está em nossa Cultura desde os tempos de Colonização, uma música que denuncia o isolamento das populações afaveladas e a ausência do Estado; que descreve as malícias e o traquejo do afavelado em seu convívio social. É violentamente “modernizado” nos moldes burgueses sob título ou estigma de Pagode, onde as letras e coreografias atendem a um enfoque superficial de samba. A estética dos grupos de Pagode, contudo, excedem o respeito à raça negra que, se aparelham para uma televisão preconceituosa e racista descaracterizando desde o cabelo até a tonalidade da pele. É explícito e vergonhoso o que distanciamento que apresentam esses grupos de suas origens, parecem réplicas de “Menudos” sem identidade. Sem contar aqui que muitos nem falam de seus referenciais enquanto gente afro descendente.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A Música Sertaneja&lt;/strong&gt; de raiz, ou música caipira que, de fato, é uma obra prima, um patrimônio cultural na descrição dos hábitos, linguagem, credos e conflitos do povo nortista ou rurícola, também é atacada frontalmente por uma música gasguita de fundo meloso-depressivo – que nada tem de lirismo – que, superficializa o envolvimento afetivo numa temática de insegurança e ciumeira esquizofrênica.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Rap,&lt;/strong&gt; que simboliza a rebeldia e a linguagem direto e agressiva da Juventude, na retratação e dissertação das condições de desamparo e ausência políticas públicas que foquem, objetivamente, uma perspectiva de vida para os jovens, é também, remontado pelos veículos de difusão e comunicação e torna-se num razoável número de duplas com coreografias e letras enfadantes por sua repetição – seria falta do que contestar? -.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todo esse processo de aculturação destacado na música brasileira, não atende meramente a um anseio de desmonte das raízes culturais, mas, fundamenta-se essencialmente no surgimento de uma geração sem representação e abordagem sócio-cultural e ideológica significativa, como grito coletivo.&lt;br /&gt;Persegue-se assim, uma mentalidade alienada e distante de si, de seus referenciais sociológicos, das questões pertinentes à gestão pública, do acompanhamento sistemático de seus direitos e, sobretudo, do exercício austero da cidadania como pressuposto à aquisição da Liberdade dos engodos filosóficos e ideológicos jogados pelo capital.&lt;br /&gt;Não obstante a rebeldia dos jovens percebe-se neste país uma acentuada falta de perspectiva de vida e nisso, um agravante: MOVIDOS POR UM PODER PÚBLICO AUSENTE NA GERÊNCIA DE ENCAMINHAMENTOS AO JOVEM E, ademais, LARGADOS NA ACULTURAÇÃO MASSIFICANTE QUE ASSOLA OS INSTRUMENTOS DE DIFUSÃO E DEBATE (rádio, televisão, revistas, jornais, e cinema); &lt;strong&gt;O JOVEM GRITA SILENCIADO.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;No Rádio brasileiro impera a onda cínica e criminosa do “Jabá” , que coloca por semanas e meses consecutivos, em primeiro lugar nas paradas de sucesso verdadeiros danos à música Popular brasileira. Isso conjuga também com a conveniência de jovens que têm preguiça de pensar e encontrar uma música que lhes fale algo.&lt;/div&gt;&lt;div&gt;O dano e o regresso ideológico contidos nas Letras dessas músicas são, de fato, já perceptíveis nas relações de gênero observada no cerne das tribos adolescentes.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pensemos um pouco,&lt;strong&gt; QUERIDOS BLOGUEIROS&lt;/strong&gt;, e analisemos a arrogância machista e sustentação discriminatória nas relações sociais explícitas&lt;strong&gt; (implícitas?)&lt;/strong&gt; nessa música do Grupo Mancha de Batom:&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;&lt;strong&gt;“Amor de rapariga não vinga não, não tem sentimento não tem coração”&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;É grave essa fala. E mais ainda quando cantarolada por uma mulher. Trata-se, portanto, de uma mulher desqualificando uma outra mediante sua condição ou situação sócio-econômico e cultural. Afirmar que as prostitutas não têm coração, justificando o SER a partir do ESTAR, é uma insana e provocativa violência contra os Direitos do Homem firmado na Constituição Federal, sem falar que isso é um atentado contra os nossos tão valiosos e irrefutáveis preceitos Civilizatórios.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;Diz uma outra música de Forró, cujo autor, &lt;strong&gt;APESAR DAS IDÉIAS É MULHER&lt;/strong&gt; e de quem o nome não ouso colocar em meu adorado Blog.&lt;br /&gt;E cantarola, enquanto deforma os saudáveis parâmetros de respeito entre os gêneros, a Banda Magníficos (!!!):&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;“Me usa, abusa faz de mim o que bem quer.&lt;br /&gt;Lambuza, pois você é o meu homem.&lt;br /&gt;E o meu maior prazer é ser sua mulher.”&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Não se é restrito, às formas variadas de deleite e prazer – há que se ter liberdade para ousar condignamente na cama com quem se ama – porém, a abordagem de mulher objeto escancarada nessa letra, representa uma vil mentalidade que ergue um pressuposto para a desvalorização saudável entre um Homem e uma Mulher.&lt;br /&gt;Ao mencionar o seu maior prazer, a compositora foca seu projeto de vida na realização e satisfação das pretensões SEXUAIS do homem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A coletânea de músicas depreciáveis encontrada, ou jogada autoritariamente, em nosso convívio diário é imensuravelmente vasto, e temos:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;“Um tapinha não dói.”&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Expõe aos jovens uma visão maquiada de agressão e violência, não apenas física, mas de cunho moral e ético no que tange o afeto e a boa representação desse. Centra os desejos e instintos carnais como prova fatídica de entendimento e entrosamento amoroso entre os pares.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;“Só as cachorras”&lt;br /&gt;“Amor de Homem casado é que é bom”&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;(lembro-me da Hebe insinuando cantar essa música, patético)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Impõe um protótipo físico-psicológico de mulher sarada e atlética como pressuposto para a inclusão sócio-“afetiva”. Satiriza uma percepção de mulher feminina, doce, sensível e afetuosa, em detrimento do sexo frenético, hoje exigência e expectativa no subconsciente de grande parcela dos jovens brasileiros.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;“Ah...eu to com medo”&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Vulgariza e banaliza a virgindade em função de um comportamento arredio das jovens dentro da ordem familiar. Torna-se simplista a discussão acerca do momento e das circunstâncias para a relação sexual saudável, afetiva e socialmente.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;“Ele não bebe, não fume e não foge”&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Determina uma adequação social pautada nessas práticas, ou seja, faz apologia ao ingresso efêmero do jovem nesses hábitos perigosos à saúde, como condição para a aceitação e a admiração no meio sócio-cultural.&lt;br /&gt;Satiriza o comportamento ponderado e moderado em função da massificação e determinismos de um comportamento padrão.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;“Amor de rapariga é bom demais”&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Faz apologia e trata pejorativamente do afeto como algo inerente a satisfação imediata dos desejos e deturpa por completo, o enlace afetivo às pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;A TELEVISÃO QUE SE INSISTE E RECRIA.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Vou citar um Artista de verdade nessa minha reflexão!!! (&lt;span style="color:#660000;"&gt;&lt;strong&gt;RsRsRsRsRsRs&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;)&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;" Tem dias que a gente se sente&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Como quem partiu ou morreu&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;A gente estancou de repente&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Ou foi o mundo então que cresceu&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;A gente quer ter voz ativa&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;No nosso destino mandar&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;Mas eis que chega a roda-viva&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;E carrega o destino pra lá."&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;(Chico Buarque de Holanda.)&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esta música foi fundamentada na descrição de uma época na qual as Liberdades eram cerceadas e afuniladas dentro do arrogo da Ditadura Militar, expõe contudo, a influência de fatores externos na elaboração e implementação do caráter Humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nisso, me vem à mente uma citação do louvável &lt;strong&gt;HERMANN HESSE:&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;“A Vida de todo Ser Humano é um caminho em direção de si mesmo, a tentativa de um caminho, o seguir de um simples rastro.&lt;br /&gt;Homem algum chegou a ser completamente ele mesmo; mas todos aspiram sê-lo.&lt;br /&gt;Obscuramente alguns, outros mais claramente, cada qual como pode.&lt;br /&gt;Todos levam consigo, até o fim, viscosidades e cascas de ovo de um Mundo Primitivo.&lt;br /&gt;Há os que não chegam jamais a ser Homens, e continuam sendo rãs, esquilos ou formigas.&lt;br /&gt;Outros que são Homem da cintura pra cima e peixe da cintura para baixo.&lt;br /&gt;Mas, cada um deles é um impulso em direção ao Ser.&lt;br /&gt;Todos temos origens comuns: as mães. Todos proviemos desse mesmo abismo.”&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;O que dizer após Hermann Hesse?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Ora, falar após um citação dessa, é tarefa difícil, contudo, comunga-se que todos nós fazemos do nosso viver uma busca, um anseio pelo que se tenta compreender e definir: NÓS MESMOS.&lt;br /&gt;Perguntas que amontoam-se sobre nossas cabeças desde sempre como: DE ONDE VIM? PARA ONDE VOU? QUEM SOU EU? . Pautaram grandes e importantes pensadores à procura por sua Essência.&lt;br /&gt;O fato de sermos e estarmos cotidianamente bombardeados com filosofias determinantes que nos impõem um modelo e nos ensinam: AMAR&lt;strong&gt;, FALAR, LER, SONHAR, CANTAR, BRINCAR, TRABALHAR, SEGUIR, TRABALHAR, VOLTAR, REPENSAR, COMPRAR, E, VIVER. Estabelece um esvaziamento de nossas próprias buscas e convicções sobre o que entendemos por nós mesmo...&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Ademais, na televisão nos doutrinam a estarmos sempre aceitáveis, ou seja, bem vestidos (usando roupas de marcas e grifes que falam por nós, sobre nosso status e colocação sócio-econômica.).&lt;br /&gt;Fugimos, e cada vez mais rapidamente, de nossos próprios problemas, em busca dos problemas que abraçamos e que pautam nosso dia-a-dia.&lt;br /&gt;Nossa preocupação centra-se, sobremaneira, no outro; como apresentarmo-nos a ele, o conceito que terá de nós e com os atributos que lhes apresentaremos para a formatação do nosso julgamento.&lt;br /&gt;Apavora-nos o olhar alheio, nossos olhos estão condicionados pelos olhos dos demais.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;É um proceder representativo, cujo interesse é a aceitação no meio, e a convicção de que se é adequado, apto para ser amado e admirado.&lt;br /&gt;A televisão&lt;/strong&gt;, onde a vida brasileira encontra-se de tal modo inerente, que os pensadores não poderiam externar, com precisão, quem imita quem...&lt;br /&gt;Tem direcionado nosso proceder, nos doutrinado a mentalidade e instruído nossas mais íntimas e líricas pretensões.&lt;br /&gt;E nessa ênfase, &lt;strong&gt;ARNALDO ANTUNES&lt;/strong&gt; nos traz uma assertiva:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#ff0000;"&gt;“A televisão me deixou burro. Muito burro demais.”&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;Essa denominada burrice reside no fato de se permitir influenciar DECISIVAMENTE em nosso modo de conceber, perceber e traduzir a própria realidade e seus encantos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Marcilon Oliveira&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;Aos inquietos com o que se tem com imposição...&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7196945971149578458-7504155407994410974?l=cronicasmarcilon.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://cronicasmarcilon.blogspot.com/2007/08/o-indesejvel-sexo-de-hoje-e-os.html</link><author>prof.marcilon@hotmail.com (Marcilon Oliveira)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_rIHZnF8e1Dk/RrUe6w7S-2I/AAAAAAAAAOA/CldsOsZ7LOU/s72-c/DSC00199(1).JPG' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>3</thr:total></item><item><guid isPermaLink='false'>tag:blogger.com,1999:blog-7196945971149578458.post-4295483397484793729</guid><pubDate>Fri, 13 Jul 2007 09:34:00 +0000</pubDate><atom:updated>2007-08-17T22:46:50.222-07:00</atom:updated><title>EXORTAÇÃO AO SILÊNCIO.</title><description>&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/_rIHZnF8e1Dk/RsaHufQG6hI/AAAAAAAAAP4/beHQoRCRrxg/s1600-h/Igreja+da+Concei%C3%A7%C3%A3o.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5099912860776458770" style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/_rIHZnF8e1Dk/RsaHufQG6hI/AAAAAAAAAP4/beHQoRCRrxg/s400/Igreja+da+Concei%C3%A7%C3%A3o.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;Quinze horas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha rua está como sempre povoada de gente desocupada, pessoas vão e vêem num ir e vir desesperadamente desencontrado no tempo/espaço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Crianças que brincam inocentes num gritar desconcertante implorando atenção da vida que lhes oferta risos não menos inocentes que seus desajeitados olhares.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É a vida que se põe à minha frente, é o dia a dia que se põe fatigante ante uma tarde comum demais para quem sonhara desbravar oceanos, desafiar dragões sacro-santos do medievo, ou mesmo intentar contra as ordens estabelecidas pelo que se convenciona chamar de razão...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como me é comum ver e aceitar que os que por mim passam não me olhem os olhos e de mim tenham receio por julgar-me desejoso ou observador demais para com suas atividades e atribuições; como me soa confuso que esses não indaguem da própria existência algo que lhes remeta a um momento de fato intenso e profundo no dia que se esvai nessa tarde comum de terça-feira; como me inquieta ver as mulheres da &lt;strong&gt;Avenida José Lins do Rêgo&lt;/strong&gt; ostentarem sua submissão aos seus exaltados maridos e senhores, me dói vê-las e inquieta-me ouvi-las a vangloriarem-se garbosas do que determinam e repudiam seus amados esposos no cotidiano de seus lares.&lt;br /&gt;Essas mulheres receiam viver, aceitam da vida o equívoco do presente por não lhes serem dadas as condições de vislumbrar um futuro, contentam-se por viverem à mercê das vaidades e verdades de seus amados.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A eles amam por medo do desamor, a eles amam por se perceberem privilegiadas.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A juventude, a beleza, a exuberante e provocadora juventude passa à minha frente, ignora-me.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Como são tolos os jovens...&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Como são belos e tolos.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;Por certo não seriam tão belos se lhes faltasse essa ingênua arrogância ao ostentar a beleza como se a ela possuíssem.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;Ouço gritos jovens, de vozes infantes, num linguajar camarada que lhes faz senhores do riso, do escárnio e do deboche.&lt;br /&gt;Os jovens passam por essa rua levando com eles o que aqui já não se ousa por medo do julgamento e sentença dos de cá, os jovens levam consigo o riso de quem não teme o ridículo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Na minha rua, o ridicularizado torna-se ridículo...&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;Desce pela margem onde todos sobem, um jovem.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Olhar baixo.&lt;br /&gt;A confusão instala-se cá em mim, acaso ir-se-ia esse jovem desencontrado do seu caminho para algum lugar importante?&lt;br /&gt;Onde iria esse jovem de beleza tão ofuscante num lugar onde os feios se hospedam com seus gestos vulgares e mentalidade vil?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É algum Nobre!&lt;br /&gt;- Diria por certo algum colono.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ponho-me arrimado em minha cadeira a pensar nas várias coisas que o surpreenderá vida a fora, vai-se esse rapazote sem saber do quanto a vida lhe exigirá.&lt;br /&gt;Como tateia esse moço no descompasso de seus desajeitados passos de seus aparentes 16 anos .&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Olha-me medrosamente por entre bicicletas que circulam.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Visivelmente esse jovem teme a vida, teme o rubor que o desejo a ele poria comprometido.&lt;br /&gt;Esse tempo/espaço chamado Avenida José Lins do Rêgo em tudo compromete.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;Esse inquietante jovem é de tempos outros, não grita, não pula, não há boné vermelho e minúsculo em sua cabeça, não se trata, por certo, de uma duplicata dos de hoje ...&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Seus olhos miram um horizonte distante e vazio, tem olhos que a ninguém emudece, pois nada dizem...&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;Como são diferentes os que não são iguais!&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Pareço ser um tanto expletivo, todavia, intentar contra, ou mesmo ignorar um gestual ou o articulado estilo de vida entre os jovens de hoje, é arvorar-se a um isolamento desesperador.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esse jovem que vejo é diferente, pois me parece pensar ao passo que caminha, e caminha à medida que pensa...&lt;br /&gt;O desencontrar de seus passos são conseqüentes entraves à ele atribuídos por ousar ver, pensar e amar diferente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;Esse jovem faz a diferença por ser - em si - o que é com todos.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;Esse jovem tal qual &lt;strong&gt;Tadzio,&lt;/strong&gt; esbanja o que é sem perceber sê-lo, e assim sendo, torna-se amplamente belo dentro dos seus desencontros, - desencantos não os tem, pois encanto é o que provoca.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;Minha rua se apresenta inquieta em seu próprio marasmo, angustia por si mesmo o vento que me bate o rosto, parece o vento de sempre...&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Minha rua é lugar dos que já não vivem.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Minha rua esbanja solidão, ao passo que os gritos juvenis exaltam a vida que me corre às vistas.&lt;br /&gt;Nessa rua muito já gritei, nela muitos pulos dei, aqui profundamente amarguei solidões várias de motivos múltiplos e sentimentos vastos.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Nessas esquinas, muito me perdi, nelas, muito me achei e viví.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;Aqui muito fui feliz enquanto muito esperava sê-lo.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;À minha frente, senta-se um Homem.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Acomoda-se em sua cadeira e busca um repouso a meu ver sempre muito merecido.&lt;br /&gt;Olha-me de sobressalto, incomoda-se em olhar-me.&lt;br /&gt;Esse Homem me teme por nunca ter-me sido próximo, seu olhar lembra uma espiada discreta de quem muito quer ver sem quase nada espiar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Meu pai é alguém triste.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Esse Homem a quem Amo e por quem daria minha vida, muito me Ama sem saber como.&lt;br /&gt;Ama-me silencioso, no acalanto de sua solidão, esse &lt;strong&gt;HOMEM PERDÃO&lt;/strong&gt; é grande por ter sido sempre exato em sua dimensão sempre demais Humano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já dorme, por certo acordou cedo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seus pés castigados ajeitam-se cruzados numa busca visível por repouso.&lt;br /&gt;Os pés do meu pai o particulariza entre milhares, são pés que muito caminharam numa ida sem chegada concreta ou pelo menos visível.&lt;br /&gt;Suas unhas sujas, seus calos, os pés do meu pai parecem tortos sendo o seu caminhar virtuoso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Meu pai tem pernas tortas, parece-me ser uma – a esquerda - mais fina, na verdade isso sempre me pôs curioso, pois nunca ninguém reparou...&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Suas calças com pernas dobradas, esse homem parece sempre estar a se proteger de alguma lama, meu pai tem hábitos que me fez crescer estranhando-os.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sempre sem camisa - meu pai jamais sentiu frio – vejo seus pêlos já acinzentados e nisso, um fato que me angustia: &lt;strong&gt;MEU PAI ESTÁ VELHO.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Esse Homem não pode envelhecer, parece ainda não ter vivido.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;Sua respiração se dá como sempre o fora.&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;Esse homem nunca perdeu o sono, é justo demais para ter insônia &lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;– eu diria em testemunho.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;- Esteve doente. Minha mãe me falou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;Meu pai nunca fala de coisas suas e jamais destacaria algo de suas coisas.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Essa fortaleza nunca me deu um beijo e nele um único afago eu - penosamente - nunca fiz.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;span style="color:#990000;"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O silêncio entre nós desencadeia uma busca por esses que passam.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;O barulho desesperador dos que ladram suas quimeras, desses que não amam senão desconstituídos de suas supostas virtudes.&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Nesses eu tenho atestado meu desamor de Homem que aos Homens não ousa olhar sem por Amor vir a suplicar.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;São esses, os que passam os que mais ficam cá em mim.&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esses, de movimentos previsíveis, de sentimentos difusos e de interesses sugestionáveis me adocicam um presente de passado seco e futuro amargamente azedo.&lt;br /&gt;Ouço o toque da &lt;strong&gt;Escola Epitácio Pessoa&lt;/strong&gt;, o intervalo termina, o silêncio se instala novamente em meu interior inquieto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Muito tenho a fazer por esses que pouco enxergam do muito que lhes cerca.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;O Amor há que ser compreendido um dia, é meu desafio desde sempre.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="color:#000000;"&gt;&lt;strong&gt;Hei de fazer valer o que sinto fazendo valer o que penso.&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;Fecho minha revista, reponho meus calçados, fecho meu marcador de texto - que nada marcou - e vou dar minha quarta aula.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Aqueles que me esperam pouco pensam sobre o muito que lhes falo, mas penso entenderem que quem fala sente o que diz e sabe porque pensa...&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Meu caminhar vai confiante n’algo que suponho poder fazer, uma coisa apenas pretendo refletir nessa quarta aula da tarde de terça-feira:&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;A VIDA É MESMO BELA E DINÂMICA DEMAIS PARA LHE ADICIONAR RECALQUES&lt;/strong&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Marcilon&lt;/strong&gt; &lt;strong&gt;Oliveira.&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;strong&gt;Aos que amam no silêncio que lhes é imposto...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7196945971149578458-4295483397484793729?l=cronicasmarcilon.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</description><link>http://cronicasmarcilon.blogspot.com/2007/07/exortao-ao-silncio.html</link><author>prof.marcilon@hotmail.com (Marcilon Oliveira)</author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_rIHZnF8e1Dk/RsaHufQG6hI/AAAAAAAAAP4/beHQoRCRrxg/s72-c/Igreja+da+Concei%C3%A7%C3%A3o.jpg' height='72' width='72'/><thr:total xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'>6</thr:total></item></channel></rss>